Em São Paulo, um homem em uma cadeira de rodas trafega ofegante. Em seu colo, carrega uma bolsa na qual leva lanches que recebeu em um restaurante.
Passam das oito da noite e ele conta: "Estou desde meio-dia sem comer nada, meu filho. É muita correria, só dá tempo para tomar água", diz à reportagem. Ele pausa o percurso para pegar fôlego. Logo volta a seguir viagem.
O destino de Luciano Oliveira, de 44 anos, é um edifício na Paulista. Ali, manda uma mensagem informando que chegou. A dona do pedido, uma jovem chamada Natasha, não se surpreende ao ver que o entregador é cadeirante. "Ele já me havia avisado sobre isso pelo aplicativo, assim que pegou o pedido", justifica a moça.
Oliveira explica que, logo que pega um pedido, avisa que o entregará em uma cadeira de rodas. "É porque geralmente tem cliente que cancela por causa disso", diz.
O entregador conta que muitos não querem esperar o tempo que ele levará para chegar. "Acham que eu vou levar a comida de camelo", ironiza. Ele avalia que costuma demorar, em algumas situações, o dobro de tempo de um entregador em uma bicicleta. "Mas tem muita gente que não se importa com isso."
Fonte: Portal Peperi
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