Uma Audiência Pública, envolvendo Motoboys, vereadores e empresários de São Miguel do Oeste, aconteceu na noite desta terça-feira, 25, na Câmara de Vereadores. O momento serviu para discutir a nova resolução do CONTRAN que exige a realização de um curso de especialização para esses profissionais, bem como outros requisitos.
O momento foi proposto pela vereadora Cris Zanatta, que em entrevista avaliou de forma positiva, e reforçou que a situação dos Motoboys nasceu de uma maneira tímida, mas que tomou uma proporção muito grande na cidade, como uma forma de apelo social.
Ela contou que o poder legislativo precisa estar atento sobre essa questão e por isso, assim chegando ao conhecimento deles, de imediato foi aberta a discussão sobre o tema, até a realização da audiência.
A vereadora Cris disse que existem algumas fragilidades na legislação que é de 2009, bem como na resolução do CONTRAN, tanto por parte dela como também por profissionais de despachante e o próprio DETRAN, que participaram do ato.
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Já para o portal voz da categoria dos Motoboys, Peterson Lucas Luft, a audiência pública serviu para mostrar aos profissionais que tem um caminho e que a Câmara de Vereadores está unida com os Motoboys, para buscar uma solução para o problema.
Ele reforçou que o Motoboy de Delivery precisa ser tratado de uma forma diferente, e não como Mototaxi ou até mesmo Motofretista, existe uma diferença e precisa ser respeitada, não colocar essa categoria em qualquer lugar, por isso eles cobram inclusive uma regulamentação específica para eles, com todos os direitos garantidos.
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O jornalismo da Peperi também conversou com o empresário, Cleverton Luiz Vitali, que durante a audiência reforçou que investiu mais de R$ 150 mil e que com essa nova resolução e as cobranças que estão acontecendo, está pensando em demitir funcionários, devido ao prejuízo que está tendo devido a fiscalização que ocorre na cidade.
Cleverton contou que faltou publicidade para esta lei, para as pessoas/profissionais se adequarem, sendo que todos foram pegos de surpresa, até mesmo os empresários da cidade. Ele disse que estavam projetando um crescimento pós pandemia da COVID-19, com esse serviço de entregas em delivery, mas agora estão vivendo uma instabilidade no serviço, devido a situação registrada e as cobranças que estão acontecendo. O empresário contou que não é contra a realização do curso, mas que precisa haver um prazo para a adequação e um bom senso de quem está fiscalizando neste momento.
Fonte: Portal Peperi
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