Na noite desta segunda-feira, 16, a Árbitra Assistente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Sandy Beatriz Konrad, e o Diretor Técnico de Arbitragem da Liga Esportiva Fronteirista (LEF), Jocemar Klein, estiveram no programa Bate Papo Esportivo para falar sobre experiências na arbitragem e participações em grandes competições.
Sandy, natural de Ervalzinho, no interior de São João do Oeste, integra o quadro da CBF desde 2024, e atua em partidas de diferentes competições. Ela destacou o início de carreira, a paixão pelo esporte e trouxe curiosidades do trabalho como Árbitra Assistente.
São 9 jogos pela CBF, além de um amistoso, no dia 24 de agosto, da Seleção Brasileira Sub-17 contra a Costa Rica, em Florianópolis. No entanto, este não foi o jogo mais marcante da carreira. “Acho que mais marcou foi a final do Regional ano passado, Cometa e Ouro Verde, pelo tempo de experiência. Foi um dos jogos que mais mexeu comigo” disse.
Sandy Konrad mencionou ainda as dificuldades no contato com atletas, as formas de conduzir a partida para não exaltar os ânimos de jogadores, comissão técnica e torcedores. “Nós temos que ter controle psicológico, pulso firme. Dentro da arbitragem, trabalhamos a parte psicológica, tem o pilar físico, mental, social e psicológico, para aprender a lidar com as emoções do jogo” explica.
Além disso, o machismo e o preconceito com as mulheres no futebol também foram abordados. Segundo Sandy, estes problemas afetam a trajetória, mas com foco e dedicação, conseguiu e continua superando os desafios.
Durante o segundo bloco, o programa teve a participação de Jocemar. Ele comentou sobre as punições a jogadores, violência contra os árbitros e renovação da arbitragem. Jocemar destacou que as punições para casos de agressão deveriam ser muito mais pesadas. “As punições são muito brandas, envolvendo muita política. Estas passando a mão na cabeça dos agressores, aí todo mundo se acha no direito” disse o Diretor Técnico de Arbitragem.
Jocemar citou ainda a dificuldade da renovação com árbitros jovens. Segundo ele, a situação é complexa, com falta de profissionais e poucos jovens surgindo para trabalhar no apito.
Fonte: Portal Peperi
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