De janeiro a março de 2022, a Receita Federal apreendeu R$ 5,5 milhões em agrotóxicos que entraram ilegalmente no país. Um crescimento de mais de 80% se comparado com o mesmo período do ano passado, quando pouco mais de R$ 3 milhões foram retidos. Metade dessas apreensões, segundo a Receita Federal, foi registrada no Oeste de Santa Catarina e do Paraná.
A BR-163 é a rodovia mais usada para levar esses produtos a outras regiões do país. Em geral, segundo o órgão, os contrabandistas trazem cargas ilegais da Argentina e do Paraguai e cruzam a fronteira através de cidades de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul e do Paraná.
Para driblar a fiscalização, os galões costumam ganhar rótulos de produtos que podem ser comercializados em todo o território brasileiro.
Foi isso que aconteceu na última semana, quando agentes da Receita Federal encontraram meia tonelada de inseticida no Paraná. A carga, com notas fiscais fraudadas, estava sendo levada para a região Centro-Oeste em embalagens de óleo.
Segundo o delegado da Alfândega da Receita Federal em Dionísio Cerqueira, Mark Tollemache, o método de distribuição muda conforme o contexto. Para cargas menores, conforme a Receita Federal, os contrabandistas costumam usar carros de passeio. Em caso de volumes maiores, a estratégia muda e os criminosos fraudam notas fiscais e utilizam veículos como caminhonetes e caminhões.
Fonte: Portal Peperi
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