O clonazepam, conhecido comercialmente como Rivotril, é hoje o calmante mais vendido do Brasil e já faz parte da rotina de milhões de brasileiros, principalmente idosos. Segundo estimativas, mais de 2 milhões de pessoas acima dos 60 anos fazem uso contínuo do medicamento.
Em 2024, o Brasil registrou a venda de impressionantes 39 milhões de caixas, de acordo com dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O problema é que o que deveria ser um tratamento de curto prazo — voltado a crises pontuais de ansiedade ou insônia — tem sido usado por anos a fio, levando à dependência.
Nos consultórios, os relatos se repetem: “Sem ele, não durmo”, dizem muitos pacientes, geralmente idosos. Para o neurologista Alan Eckeli, especialista em medicina do sono e professor da USP de Ribeirão Preto, isso é um sinal claro de vício silencioso.
“Muitos chegam com a receita sendo renovada há tanto tempo que já nem lembram quando começaram. O remédio funciona bem, mas o efeito rápido é o que o torna perigoso”, alerta o médico.
O uso indiscriminado muitas vezes começa na própria prescrição. “A insônia é tratada como um sintoma isolado, sem investigar causas. O clonazepam entra como solução imediata, mas o uso se perpetua sem necessidade”, explica Eckeli.
Fonte: Portal Peperi
Grêmio perde para o Flamengo e volta à zona de rebaixamento do Brasileirão
Propriedade rural é atingida por temporais duas vezes em três dias em Iporã do Oeste
Homem morre e outros dois ficam feridos em colisão frontal na BR-163
Iporã do Oeste decreta situação de emergência após temporais
Homem matou agente de saúde por insatisfação com visitas domiciliares, aponta Polícia Civil
Quase 39 mil unidades consumidoras seguem sem energia na região após temporal
Defesa Civil confirma dois tornados no Oeste; 58 municípios registram estragos
Empresária de SMO relata momentos de desespero dentro de avião durante tornado em Chapecó
Justiça determina transferência de líderes de facção para presídio de segurança máxima após investigação da Polícia Civil de Itapiranga
Bombeiros atendem mais de 400 famílias após temporal em Chapecó
Temporais causam prejuízos superiores a R$ 1 milhão em Santa Helena
Corpo de Bombeiros orienta que moradores não subam em telhados para reparos