Os trabalhadores de Itapiranga ficam pelo menos dois anos em seus empregos. Já funcionários de Tunápolis trocam de emprego, em média, uma vez por ano. Os dados são Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgados nesta semana.
A análise do Ministério do Trabalho e Emprego é baseada no período em que os funcionários desligados durante o ano permaneceram em seus empregos. Nas três cidades, foram 3.920 demissões analisadas.
Os trabalhadores itapiranguenses permanecem em torno de dois anos no mesmo emprego. Os funcionários da indústria são os que mais permanecem empregados, ultrapassando dois anos. Já os trabalhadores da construção, trocam de emprego a cada um ano e meio.
Em São João do Oeste, a média não chega a dois anos. Os trabalhadores normalmente trocam de emprego a cada um ano e sete meses. A maior permanência ocorre no comércio. A maior rotatividade, no setor agropecuário.
Já tem Tunápolis, as trocas de trabalho ocorrem uma vez por ano, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. No setor de serviços a rotatividade é maior. Cada funcionário sai após oito meses de trabalho.
Fonte: Portal Peperi
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