O Sinte considera inaceitável a proposta salarial de 11% de reajuste para professores. O Governador, Jorginho Mello, anunciou na semana passada o novo pacote de valorização para os servidores da educação estadual. A proposta inclui um reajuste salarial de 11%, pagos em duas etapas, 6,5% em junho e 4,5% cento em dezembro. O valor, somado aos 6,5% de novembro do ano passado, chega a 17,5% de aumento em menos de um ano.
O projeto propõe ainda, um bônus de R$ 3 mil para os professores ativos que atingirem metas de qualificação e resultados. A Coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Santa Catarina, Alvete Bedin, considera a proposta inaceitável e muito longe do que é reivindicado.
Em entrevista à Rádio Itapiranga, a Coordenadora do Sinte, Alvete Bedin, aponta que, o esperado pelo Sindicato era, no mínimo, 14% de aumento neste ano. Ela menciona que entre os anos de 2021 e 2025, as perdas salariais da categoria passaram de 18%, além dos 5% do piso, que não foi aplicado. Alvete comenta ainda que o reajuste do final do ano passado não contemplou todos os profissionais.
De acordo com a Coordenadora, o bônus não deve ser avaliado por méritos, pois não existe maneira de cobrar produtividade maior dos professores. O Sindicato reivindica que o incentivo seja em forma de reajuste, para todos os efetivos. Ela reconhece que o Estado melhorou a proposta, mas considera que ainda há muito a evoluir.
As reivindicações do Sinte serão discutidas durante o Alesc itinerante. O projeto do Sindicato, que aborda todas as reinvindicações da classe, foi entregue ao Deputado Júlio Garcia, Presidente da Alesc. O principal pedido para a Assembleia Legislativa foi a revogação do desconto de 14% dos professores aposentados.
Segundo a Coordenadora, Alvete Bedin, a proposta deve ser discutida com o relator do projeto de lei encaminhado pelo Estado. Eles têm encontro marcado na sessão da Alesc itinerante, em São Miguel do Oeste, nesta semana.
O pedido do Sindicato é de propor uma emenda no projeto do Governo do Estado, para retirar o desconto até o teto da previdência estadual. Alvete explica que os descontos ocorrem a partir de três salários mínimos, que corresponde a pouco mais de R$ 5 mil. O pedido do Sindicato é de que os aposentados que recebam o teto da previdência, superior a R$ 7 mil, também não tenham descontos.
Os professores também querem a utilização de 100% dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, o Fundeb, repassados ao estado pelo governo federal, para descompactação da tabela salarial, o que representa um valor adicional estimado em cerca de R$ 750 milhões este ano.
Sinte acredita que descompactação será discutida a partir de agosto. Sindicato reivindica aumentos que atinjam mesmas condições de reajustes na segurança pública e na saúde. Conforme a Coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores na Educação, Alvete Bedin, a saúde recebeu gratificação que chega a 20% em um ano. Já a segurança pública, contou com aumento de 21%, em três parcelas.
A educação também possui objetivo de conseguir garantias de aumentos no ano que vem, assim como ocorreu compromisso com a segurança. A Coordenadora aponta também que o reajuste do ano passado contemplou somente a minoria dos professores. Ela ressalta que a culpa é do governo estadual por não valorizar os profissionais da educação.
Fonte: Portal Peperi
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