O Sindicato dos Trabalhadores Rurais ficou surpreso com a decisão de São Miguel do Oeste de não decretar estado de emergência em razão da estiagem. O presidente da entidade, Joel De Moura, disse que ficou sabendo dessa posição pelo Globo em Foco. De acordo com ele, o sindicato não foi chamado para a reunião do conselho municipal de defesa civil, na terça-feira, para analisar os efeitos da falta de chuvas. Segundo Joel, os agricultores ficaram indignados com a posição do conselho de não decretar estado de emergência. Em nota encaminhada à imprensa, a Defesa Civil local informou que o município tem um perfil mais urbano do que rural e que os efeitos da estiagem no campo não são tão grandes em razão dos investimentos feitos pela prefeitura, como, por exemplo, a abertura de mais de cem poços caxambu.
Joel de Moura também disse que a posição do conselho municipal da defesa civil em relação aos efeitos da estiagem no campo é uma desconsideração com a agricultura. Na visão do sindicalista, a opção por não decretar emergência é sinal de despreparo do conselho. Joel afirmou que os conselheiros devem ter tomando a decisão dentro de um escritório e não perceberam a gravidade do quadro para os agricultores.
O presidente do Sindicato confirmou que a entidade vai elaborar um oficio e formalizar o pedido para que a decisão de não decretar estado de emergência na agricultura seja revista imediatamente. Segundo o presidente, o decreto é um documento necessário para a adoção de outras medidas de auxílios aos agricultores afetados pela estiagem. Ele explicou que, sem o decreto, os produtores que tiveram prejuízos nas lavouras não podem solicitar a prorrogação de financiamentos agrícolas, por exemplo. Joel ressaltou que as dificuldades no campo vão se refletir, mais tarde, no comércio da cidade.
O Coordenador da defesa civil, Jeferson Dias, disse que a decisão de não decretar estado de emergência neste momento é técnica. Ele também afirmou que a posição foi baseada na apreciação dos dados levantados por entidades, como a Epagri. Além disso, a defesa civil entende que o decreto, neste momento, não seria reconhecido pelo estado. Jeferson ressaltou que o conselho deve voltar a se reunir nos próximos dias e essa posição pode mudar se o problema da estiagem persistir ou aumentar.
Fonte: Portal Peperi
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