São João do Oeste enfrenta problemas e planeja novo sistema de recolha de lixo

Por Ricardo do Nascimento, Itapiranga

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São João do Oeste enfrenta problemas e planeja novo sistema de recolha de lixo
Foto: Arquivo Rede Peperi

O município de São João do Oeste definiu uma comissão para avaliar ajustes na recolha de lixo no interior. As medidas visam evitar problemas com acumulo de resíduos. Foram identificados pontos com problemas, especialmente com lixo transportado do interior para a cidade.  

Conforme o Vice-prefeito e Secretário da Agricultura, Orlando Royer, o lixo é responsabilidade de quem produz, no entanto, o município é parceiro em dar um destino correto aos resíduos sólidos.

“Uma comissão está discutindo ações para resolver o problema do lixo no meio rural. A população também precisa fazer sua parte para o sistema de coleta ter eficiência” afirma. A cada dois meses, sempre na segunda quinzena dos meses impares, ocorre recolha no interior, sem qualquer cobrança dos moradores.

Royer diz que as pessoas precisam contribuir com a separação correta, citando como exemplo plásticos e garrafas pet, que geram grande volume e são recicláveis. Alerta ainda que no meio rural não ocorre recolha de lixo orgânico. Estes materiais precisam ser levados para a cidade. Porém, ainda não existe local estabelecido para serem depositados.

Ele reconhece que fraldas descartáveis, absorventes e papel higiênico geram maior preocupação e uma solução está sendo avaliada pela comissão. Conforme o vice-prefeito, uma alternativa avaliada é a criação da central do lixo na cidade, um espaço para os moradores do interior deixarem estes materiais, para evitar problemas na cidade ou margens das rodovias.

Está previsto também um trabalho de conscientização para o destino correto do lixo reciclável. O vice-prefeito reconhece que não é uma medida fácil de ser adotada. O descarte irregular causa problemas e já provocou medidas da prefeitura sobre espaço destinados para colocar resíduos domésticos.

“As decisões passam por uma comissão formada por 14 pessoas, que avaliam as melhores alternativas para o descarte de lixo” explica Royer.

Outro problema está no descarte de lixo orgânico em espaço de material reciclável. Também são avaliadas alternativas para esta deficiência.

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