Proporcionar qualidade de vida às pessoas que sofrem com obesidade é um dos focos da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Além da linha de cuidado e acompanhamento ao paciente, a SES tem atuado na ampliação da rede hospitalar e na oferta de serviços. Com isso, foi possível aumentar em 143% o número de cirurgias bariátricas no ano de 2024, em comparação a 2022. Atualmente, há nove hospitais que fazem parte da Linha de Cuidado de Atenção à Saúde de Pessoas com Sobrepeso e Obesidade com cobertura em todo o estado. As unidades atendem os pacientes com indicação para cirurgias bariátricas pelo sistema público de saúde catarinense.
A obesidade é um dos maiores problemas de saúde pública. Em alusão ao Dia Mundial da Obesidade, lembrado neste 4 de março, a SES alerta para a conscientização desta doença crônica não transmissível, que afeta pessoas de todas as idades e tende a piorar com o passar dos anos, caso o paciente não seja submetido a um tratamento adequado e contínuo. A condição reduz a qualidade de vida e pode gerar diabetes, doenças cardiovasculares, problemas nas articulações, depressão e alguns tipos de câncer.
“Desde 2023, por orientação do governador Jorginho Mello, estamos atuando firmemente para diminuir o sofrimento das pessoas, combatendo as longas filas de espera em diversas áreas, entre elas a da bariátrica. Implementamos a Tabela Catarinense de procedimentos, o Programa de Valorização dos Hospitais e a habilitação estadual para que mais unidades pudessem fazer cirurgias. Assim, conseguimos trazer três novos hospitais, que antes eram privados, para reforçar a rede pública e acelerar as cirurgias bariátricas. Mas precisamos lembrar que a cirurgia é o último recurso, as unidades desenvolvem um trabalho com equipe multiprofissional, antes de realizarem o procedimento”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi.
Na rede hospitalar, foram feitas 834 cirurgias bariátricas em 2024, um número muito superior ao ano de 2022, com 343 procedimentos. O número de hospitais também saltou de seis (2022) para nove (2024), atendendo os pacientes de todas as regiões.
As unidades são: Hospital Geral Tereza Ramos, de Lages; Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, de Joinville; Hospital Regional Homero de Miranda Gomes, de São José; Hospital Universitário, de Florianópolis; Hospital Santo Antônio, de Blumenau; Hospital Azambuja, de Brusque; Hospital Dom Joaquim, de Sombrio; Hospital São Vicente de Paulo, de Mafra; e Hospital São Miguel, de Joaçaba. Os três últimos foram incorporados ao sistema nesta gestão.
A instituição que mais realizou bariátrica foi o Hospital Dom Joaquim. Integrado à rede em abril de 2024, até dezembro fez 281 procedimentos. Na sequência o Hospital Santo Antônio (155) e o Hospital Regional Hans Dieter Schmidt (150).
Onde buscar atendimento
Para tratar e combater a obesidade, o sistema público de saúde catarinense conta com uma rede de assistência, vinculada à Linha de Cuidado a Pessoas com Obesidade, que desenvolve ações intersetoriais e presta atendimento multiprofissional desde a Atenção Primária à Saúde (APS) até a Atenção Especializada.
Para realizar a cirurgia bariátrica é preciso passar por algumas etapas pré-operatórias. Tudo começa na Unidade Básica de Saúde. Lá, o médico avaliará a necessidade da cirurgia com base na saúde do paciente, no Índice de Massa Corporal (IMC) e nas comorbidades apresentadas. O mesmo é inserido na fila de espera da Central de Regulação do Estado e, posteriormente, encaminhado para o hospital de referência.
Fonte: Portal Peperi
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