A Polícia Civil ouve nesta segunda-feira, 11, a mãe e o padrasto da menina Luna Victorique Zabatiero Carlota, de 5 anos, que caiu do 4º andar de um prédio em Chapecó, na noite de sexta-feira, 08. Outras testemunhas também prestarão depoimento nesta semana.
O delegado Eder Matte, da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso, informou que a criança morava com a mãe e o padrasto no apartamento, mas no momento da queda estava sozinha. Os dois teriam ido a um mercado próximo comprar alimento para jantar.
“Estão sendo feitas diligências desde sexta-feira, hoje serão realizadas oitivas”, informou Matte. O inquérito será concluído dentro de 30 dias. O apartamento não tinha grade de proteção e a queda foi de cerca de 12 metros.
Luna Victorique chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros Militar, mas chegou sem vida no Hospital Materno Infantil. O corpo dela foi sepultado no fim de semana.
Vizinha observou a tragédia
Uma vizinha, de 24 anos, que mora no 3º andar do edifício afirma que presenciou o momento da queda de Luna. A jovem foi a primeira a ver a menina após a queda que ocorreu por volta das 20h de sexta-feira.
“Eu estava assistindo televisão quando ouvi barulhos. Pelo reflexo da luz na parede da empresa ao lado, vi que ela estava pulando no sofá. Quando olhei de novo ela estava em pé, caminhando no parapeito da janela da sala. De repente, só vi o vulto dela caindo e o barulho do impacto no chão”, contou a jovem que não quis ser identificada.
A vizinha conta, ainda, que ficou desesperada, mas ligou para o esposo que estava trabalha ao lado. “Foi terrível, nunca vi coisa igual. Eu desci as escadas correndo e meu esposo já estava no portão. Ligamos para os bombeiros e a polícia. Eles levaram uns vinte minutos para chegar”, lembra.
A mãe, de 30 anos, e o padrasto, de 21, disseram aos policiais militares que foram ao supermercado e levaram cerca de 20 minutos para retornar. O padrasto afirmou que teria trancado uma janela e a outra tinha proteção.
Sem despedida
O pai da menina mora na Irlanda. Ele não conseguiu acompanhar o sepultamento da filha. Ao site UOL, o homem contou que eles tiveram um relacionamento durante seis anos e morou com Luna e a mãe dela durante quatro.
No fim de 2020, o casal se separou e a menina foi morar com o pai e a avó paterna. No fim do ano passado, entretanto, passou a morar com a mãe, que havia se mudado para Chapecó recentemente. A família era de Campinas (SP).
A última vez que ele conversou com a filha foi há mais de uma semana. “Fiquei mais de uma semana sem falar com ela por falta de tempo e, porque a mãe dela fingia não ver minhas mensagens”, afirmou.
Fonte: Portal Peperi
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