São Miguel do Oeste tem 163 armadilhas contra o Aedes aegypti

Por Ricardo Orso, São Miguel do Oeste

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São Miguel do Oeste tem 163 armadilhas contra o Aedes aegypti

A vigilância contra o mosquito Aedes aegypti segue intensa em São Miguel do Oeste. O município conta hoje com 163 redes de monitoramento espalhadas por toda a área urbana, usadas para identificar a presença do vetor da dengue e orientar as ações de combate.

Segundo o responsável pelo setor de endemias, Júnior dos Reis, os trabalhos estão concentrados nas áreas com maior incidência. “A equipe está atuando principalmente no bairro São Jorge, seguido do Centro, que vêm apresentando mais registros na rede de monitoramento”, explicou.

O que mais preocupa, de acordo com ele, é a quantidade de larvas encontradas em residências, especialmente em lixo acumulado. “A gente pede que os moradores façam a destinação correta desses materiais. Esse cuidado ainda é fundamental”, reforçou.

Apesar da presença do mosquito, o cenário é mais tranquilo em relação aos casos. O município soma cinco confirmações neste ano, número menor que o registrado anteriormente na região.

Com a chegada do frio, a tendência é de redução na atividade do mosquito, mas o alerta continua. “Ele fica menos ativo, mas não desaparece. O cuidado precisa continuar também no inverno”, destacou.

As armadilhas estão distribuídas a cada 300 metros. A coleta de ovos permite mapear os pontos críticos e direcionar as equipes com mais precisão.

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