A Polícia Federal deflagrou a operação Match Point, realizada nesta quarta-feira, 12, que desarticulou uma quadrilha especializada em lavagem de dinheiro e tráfico de drogas. Os policiais cumprem 33 mandados de prisão preventiva em Santa Catarina e em outros oito Estados.
A organização se subdividia em duas grandes células, com ramificações em várias cidades do país, em especial em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Os bens apreendidos pela Polícia Federal podem superar os R$ 150 milhões.
O delegado regional da Polícia Federal em Santa Catarina, Nelson Luiz Confortin Napp, afirmou que as investigações começaram a partir da locação de um hangar no aeródromo de Porto Belo, que identificou a atuação da quadrilha no Sul de Santa Catarina.
“Durante a investigação, conseguimos comprovar um envolvimento de duas grandes facções na operação, uma atuante e com domínio em São Paulo e outra atuante e com domínio no Rio de Janeiro. As duas orgamnizações são bem peculiares porque as duas vendem todo o tipo de droga, maconha, cocaína, sintética e raxixe, tanto em pequenas quantidades quanto em grandes quantidades”, detalhou.
Ainda segundo Napp, os criminosos enviavam pequenas “mulas” para Europa, ou seja, pessoas com pequenas quantidades de drogas, em torno de 3 kg de cocaína, além da exportação em grandes quantidades, tanto para o Uruguai quanto para a Europa, além da importação de raxixe.
“Realizamos alguns flagrantes: duas vezes apreendemos cocaína sendo enviada para o Uruguai e também a importação de skank do Uruguai para cá”, destacou.
Cerca de 250 policiais federais cumprem 49 mandados de busca e apreensão em cidades de nove Estados, incluindo 1o em Florianópolis. Durante as investigações, foram realizadas sete prisões em flagrante, apreendendo cerca de 65 kg de cocaína e 225 kg de skunk.
Entre os líderes da organização, há um cidadão islandês que mora no Brasil, já investigado pela Polícia Federal e pela polícia da Islândia anteriormente.
Por meio da Interpol, a Polícia Federal trabalhou em cooperação internacional com a Itália e com a Islândia, em coordenação com os escritórios de ligação junto à Europol. Houve, ainda, a autorização judicial para o acompanhamento da deflagração da operação por representantes da polícia da Islândia.
Entre os crimes apurados até o momento, estão a lavagem e ocultação de bens, organização criminosa e tráfico internacional de drogas com associação ao tráfico. As penas cumuladas desses crimes podem chegar a mais de 40 anos de prisão.
Localidades dos mandados e apreensões
Mandados de busca e apreensão: 49 em nove estados SC (10) – 10 Florianópolis; SP (13) – 4 Campinas, 3 Limeira, 2 São Paulo, 1 Hortolândia, 1 Piracicaba, 1 Sumaré, 1 São Pedro; RJ (12) – 8 Rio de Janeiro e 4 Niterói; MG (6) – 3 Belo Horizonte, 2 Montes Claros e 1 Contagem; BA (3) – 3 Porto Seguro; PB (1) – 1 Cabedelo; RN (2) – 1 Tibau do Sul e 1 Parnamirim; PE (1) – 1 Recife; GO (1) – 1 Goiânia.
Mandados de prisão preventiva: 33 em seis estados: SC (7) – SP (11) – RJ (6) – MG (5) – BA (3) – CE (1).
Fonte: Portal Peperi
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