O número de mortos nas manifestações do Irã aumentou para ao menos 544 pessoas, segundo um grupo de direitos humanos com sede nos EUA que vem monitorando o número de vítimas em meio aos protestos generalizados contra o regime no país.
O número representa a quantidade de pessoas mortas nos últimos 15 dias, incluindo oito crianças, de acordo com uma atualização da HRANA (Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos), o serviço de notícias da organização Ativistas de Direitos Humanos no Irã.
Mais de 10.681 pessoas também foram transferidas para prisões após serem detidas, informou a agência.
A CNN não conseguiu verificar de forma independente os números de vítimas da HRANA. O Irã está sem internet há mais de 72 horas, depois que as autoridades cortaram o acesso à internet e as linhas telefônicas.
Entenda os protestos no Irã
Protestos antigoverno no Irã eclodiram pelo décimo terceiro dia consecutivo na sexta-feira (9), em uma onda de agitação nacional que representa o maior desafio ao regime em anos.
As autoridades cortaram o acesso à internet e as linhas telefônicas na quinta-feira (8) – a maior noite de manifestações nacionais até agora – deixando o Irã praticamente isolado do mundo exterior. Organizações de direitos humanos disseram que dezenas de pessoas foram mortas desde o início dos protestos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou atacar o Irã se as forças de segurança responderem com força. O Líder Supremo, Ayatollah Ali Khamenei, pediu a Trump que "foque em seu próprio país" e culpou os EUA por incitarem os protestos.
Com a escalada da raiva pública e a continuidade dos protestos, a CNN reúne o que você precisa saber.
O que desencadeou os protestos?
Os protestos começaram como manifestações nos bazares de Teerã contra a inflação desenfreada, mas se espalharam pelo país e se transformaram em manifestações mais gerais contra o regime.
As preocupações com a inflação atingiram o auge na semana passada, quando os preços de produtos básicos como óleo de cozinha e frango dispararam dramaticamente da noite para o dia, com alguns produtos desaparecendo completamente das prateleiras.
A situação foi agravada pela decisão do banco central de encerrar um programa que permitia a alguns importadores acessar dólares americanos mais baratos em comparação ao restante do mercado – o que levou lojistas a aumentarem os preços e alguns a fecharem suas portas, iniciando os protestos.
A decisão dos bazaaris, como são conhecidos, é uma medida drástica para um grupo tradicionalmente alinhado à República Islâmica.
O governo liderado por reformistas tentou aliviar a pressão ao oferecer transferências diretas de quase US$ 7 por mês, mas a medida não conseguiu conter a insatisfação.
Fonte: Portal Peperi
Postos de combustíveis de Itapiranga registram falta de óleo diesel comum
ACEPRO promove brechó solidário neste sábado em São José do Cedro
CASAN orienta moradores sobre limpeza de fossas em Descanso
Vereadores pedem reforço na iluminação do trevo da BR-282 com a SC-163
Bolsonaro está em UTI com broncopneumonia bacteriana, diz boletim
STF forma maioria para manter prisão de Vorcaro
Corpo de homem seminu é encontrado em frente à residência, em Iporã do Oeste
Cine Peperi faz promoção especial para o filme “Pânico 7” em São Miguel do Oeste
Fux acompanha Mendonça e STF tem dois votos para manter Vorcaro preso