A mesma operação que prendeu Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”, em setembro deste ano, ganhou novo capítulo nesta quinta-feira, 9. Uma nova fase da Operação Sem Desconto foi desencadeada em oito estados brasileiros, incluindo alvos em Santa Catarina. A ação apura um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões, uma fraude no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
Conforme a Polícia Federal, estão sendo cumpridos 66 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de São Paulo, Sergipe, Amazonas, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Pernambuco, Bahia e no Distrito Federal.
A ação tem o objetivo de aprofundar as investigações e esclarecer a prática de crimes como inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa e atos de ocultação e dilapidação patrimonial.
Segundo apurado pela TV Globo e divulgado pelo g1, o foco da ação são três empresas que seriam responsáveis pela lavagem de dinheiro no esquema criminoso. Os investigados podem responder pelos crimes de estelionato, peculato, corrupção, lavagem de capitais, organização criminosa e uso de documento falso.
Primeira fase da operação prendeu “Careca do INSS”
A Polícia Federal prendeu em 12 de setembro, Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”, e o empresário Maurício Camisotti, suspeitos de envolvimento nas fraudes do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Segundo as investigações, Antônio transferiu R$ 9,3 milhões para pessoas relacionadas a servidores do órgão entre 2023 e 2024.
Antônio Carlos Camilo Antunes também foi alvo de buscas. No total, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão nos estados de São Paulo e no Distrito Federal. Os mandados foram expedidos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A investigação da Polícia Federal revelou um amplo esquema de fraudes e desvios de dinheiro de aposentadorias e pensões do INSS. Antunes é o lobista apontado como “facilitador” do caso.
A PF afirma que associações que oferecem serviços a aposentados cadastravam pessoas sem autorização, com assinaturas falsas, para descontar mensalidades dos benefícios pagos pelo INSS. O prejuízo, entre os anos de 2019 e 2024, pode chegar a R$ 6,3 bilhões.
Fonte: Portal Peperi
Comércio aposta em promoções e registra movimento intenso no Dia dos Namorados em SMO
Summit Empresarial CDL 2026 atinge 70% dos ingressos vendidos
Polícia mira organização criminosa no Oeste de SC e cumpre 16 mandados de prisão
Mulheres em tratamento de câncer iniciam atividades em grupo em Itapiranga
TJSC investiga possível atentado contra desembargadora de operação que prendeu 17 prefeitos
PM apreende garrafas de vinho em ação contra o descaminho em Dionísio Cerqueira
Quatro pessoas são presas por tráfico de drogas em São Miguel do Oeste
Mário Motta consegue assinaturas suficientes para instalar CPI do cão Orelha na Alesc
El Niño é oficialmente confirmado e pode ser um dos mais intensos desde 1950
Eduardo sugere nome de deputada catarinense como vice de Flávio Bolsonaro
Identificado detento encontrado morto em presídio de São Miguel do Oeste
Coreia do Sul vira contra a Tchéquia e estreia com vitória na Copa do Mundo