A mulher que foi resgatada da casa do desembargador Jorge Luiz de Borba, investigado por mantê-la em condição análoga à escravidão em Santa Catarina, "tem dificuldades de comunicação básica". A informação foi divulgada pelo Ministério Público do Trabalho no fim da tarde de quarta-feira, 2, mais de dois meses após ela ser retirada da residência do magistrado.
O órgão divulgou a informação ao falar sobre a visita que o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, fez à mulher na terça-feira, 1. Segundo o MPT, a trabalhadora doméstica, que é surda, tem sido assistida pela Associação de Surdos da Grande Florianópolis (ASGF).
Conforme as investigações, Borba e a esposa teriam, na casa, a mulher que realizava tarefas domésticas das mais diversas, mas não possuía registro em carteira de trabalho e não recebia salário. Após a deflagração da ação, em maio deste ano, o desembargador disse que iria adotá-la e incluí-la na herança.
Quando a ação foi deflagrada, em 6 de maio, o Ministério Público Federal afirmou que a mulher nunca teve instrução formal e não possui o convívio social resguardado.
Fonte: Portal Peperi
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