O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MP-TCU) protocolou uma representação pedindo que o TCU determine ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a suspensão do pagamento de remuneração ao ministro Marco Buzzi enquanto durar seu afastamento cautelar. Ele é acusado de supostos crimes sexuais por duas mulheres e se diz inocente.
A representação, assinada pelo subprocurador-geral do MP-TCU, Lucas Rocha Furtado, também pede que o tribunal apure os valores já pagos desde o início da medida cautelar, com possibilidade de eventual restituição aos cofres públicos, caso seja identificada irregularidade.
Segundo o texto, o objetivo é resguardar princípios constitucionais da administração pública, como moralidade, eficiência e economicidade.
“Os relatos apresentados pelas vítimas, que incluem acusações de apalpamento e constrangimento físico, são de extrema gravidade e incompatíveis com a conduta esperada de um magistrado, especialmente de um Ministro de uma das mais altas Cortes do país”, diz a representação.
O documento foi assinado em 12 de fevereiro de 2026 e encaminhado à presidência do TCU. Segundo o tribunal, o processo ainda não foi aberto.
Fonte: Portal Peperi
Acampamento Farroupilha celebra a cultura gaúcha em Iporã do Oeste
Agências da Caixa têm atendimento afetado por greve no Extremo Oeste
Câmara realiza audiência pública sobre áreas de preservação em SMO
Microexplosão provoca estragos em propriedades do interior de São José do Cedro
Liquida Cedro supera expectativas e movimenta comércio durante o fim de semana
Grupo de Cavalarianos e CTG promovem 10º Acampamento Farrapo em SMO
Sindicato Rural de Itapiranga amplia benefícios aos associados
FEMUSMO define classificados da Categoria Estudantil em SMO
Epagri identifica enfezamento da cigarrinha do milho em lavouras da região
Tarifa de pedágio sobe para R$ 5,90 em quatro praças da BR-101 em SC
PGR defende retirada de sigilo de processo sobre pagamentos de Vorcaro
Mulher morta em Maravilha é identificada; marido é preso suspeito do crime