Clarice Cavalheiro reside com a família em Princesa. Ela morou na China e está no Brasil com o filho desde dezembro, mas o esposo e familiares dele (sogro, sogra, cunhados e sobrinhos de Clarice) seguem no país asiático. Ela contou que o casal chegou ao Brasil em novembro e em dezembro ele precisou retornar a trabalho justamente na época em que o vírus se alastrou.
A moradora explica que a China tem um governo bastante fechado e por isso as informações sobre a doença foram escondidas, o que dificultou a prevenção do contágio.
Ela destaca que, como o único meio de prevenir tem sido uso de máscaras, todos os estoques esgotaram. Clarice Justifica que devido ao medo de que parentes e pessoas próximas possam contrair a doença, ainda sem cura, decidiu enviar os materiais. No entanto, a primeira remessa, conseguida com ajuda de empresas e farmácias, sequer chegou ao destino. A encomenda deve chegar nesta semana ao país.
Após a divulgação da foto da encomenda sendo remetida, ela recebeu pedidos de chineses que precisam das máscaras descartáveis. Agora Clarice desenvolve uma campanha no Extremo Oeste para arrecadar mais produtos que serão enviados.
Fonte: Portal Peperi
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