Mais de dois mil praças, policiais e bombeiros militares se reuniram nesta quinta-feira, 30, no maior protesto da história da segurança pública em Santa Catarina.
O ato ocorreu em Florianópolis e o objetivo da manifestação é cobrar a reposição inflacionária.
Organizado pela APRASC (Associação dos Praças de Santa Catarina), o protesto se deu na Associação Catarinense de Medicina, no Norte da Ilha, e reuniu militares de todo o Estado.
Ameaça de operação padrão
Durante a assembleia, foi votada e aprovada, por unanimidade, uma possível operação padrão caso as negociações com o governo não avancem.
Nesse tipo de operação, também conhecida como “operação tartaruga”, os policiais atuam de forma lenta e apenas essencial. Ela serve de protesto, como uma espécie de greve.
A categoria reivindica a incorporação do Iresa, que é uma indenização para quem está na ativa, a reposição inflacionária e a equalização na alíquota da proteção social dos praças.
Os militares caminharam até o Centro Administrativo, o que causou problemas no trânsito da SC-401.
Eles gritaram, sobretudo, palavras de ordem, com apitos, nariz de palhaço, cornetas e faixas.
Há seis anos sem reposição, os militares anunciam 37% de perdas inflacionárias e 40% no poder aquisitivo dos servidores.
Fonte: Portal Peperi
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