O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou um boletim nessa quarta-feira (12) em que comunica o fim do El Niño, que se caracteriza pelo aquecimento acima do normal do Oceano Pacífico na altura da linha do Equador. Com o fim do fenômeno, ocorre a chegada do La Niña que, por sua vez, atua no resfriamento das águas superficiais de partes central e leste do Pacífico Equatorial.
Conforme a organização meteorológica, ainda não se pode afirmar a intensidade do La Niña, mas geralmente os impactos causados pelo fenômeno são chuva acima da média nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.
Já na Região Sul e parte do Centro-Oeste e Sudeste, a chuva ocorre de forma irregular e aumentam os riscos de seca ou estiagem, principalmente durante a primavera e o verão.
Desde o início de abril, o Inmet registrou um resfriamento substancial das temperaturas da superfície do mar e, no segundo trimestre do ano (no inverno), a probabilidade é de que o país já esteja sob os efeitos do La Niña, que deve se formar por completo até setembro.
— Os efeitos desses fenômenos são cada vez mais perceptíveis com o passar dos anos, provavelmente, pelo efeito da ação do homem, que gera mudanças no clima e, consequentemente, El Niños e La Niñas cada vez mais fortes e frequentes — explica Marcelo Martins, meteorologista da Epagri/Ciram.
Fonte: Portal Peperi
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