O Hospital Regional Terezinha Gaio Basso, em São Miguel do Oeste, tem enfrentado dias difíceis. A unidade, que atende uma população estimada em 300 mil pessoas da região, opera com apenas 92 leitos — dos quais cerca de 82 estão disponíveis para internações. O resultado é uma fila diária no pronto-socorro e uma espera que chega a 14 horas por uma vaga.
"Temos, em média, de 10 a 15 pacientes por dia esperando por um leito. Durante o período de espera, eles recebem acompanhamento médico e os medicamentos prescritos pela equipe", explica Rodrigo Lopes, diretor do hospital.
O cenário reflete o esgotamento da capacidade da unidade, que hoje concentra a maior parte dos atendimentos de urgência e emergência.
Segundo Rodrigo, 72% das quase 500 cirurgias realizadas mensalmente são casos emergenciais. Cirurgias eletivas, por sua vez, estão sendo repassadas a hospitais menores, com menos complexidade.
"O hospital nasceu pequeno e a demanda só aumentou. Precisamos ampliar, não dá mais pra esperar", reforça o diretor, que busca apoio da Bancada do Oeste na Assembleia Legislativa para destravar o projeto de ampliação.
O hospital mantém boa relação com o governo estadual. A unidade é administrada pelo Instituto Santé. "Nunca tivemos atraso de pagamento. Cumprimos todas as metas, e muitas vezes até mais do que foi pactuado com o Estado", garantiu Rodrigo.
Fonte: Portal Peperi
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