Um conflito familiar relacionado a herança foi o que motivou a execução da empresária Cristiane Bittencourt Souza, de 44 anos, em Tubarão, no Sul de Santa Catarina, segundo a Polícia Civil. Ao todo, quatro homens foram indiciados pelo crime, informou o delegado André Crisóstomo.
Cristiane foi morta a tiros dentro de um carro após sair de uma igreja no dia 22 de abril. O companheiro dela, de 61 anos, que estava no banco do carona, também foi baleado, mas sobreviveu.
- o executor;
- o motorista;
- o fornecedor da arma;
- o mandante.
O executor e o motorista já estão presos. A arma do crime foi apreendida.
"Todos foram indiciados por dois homicídios qualificados, sendo um consumado e um tentado", resumiu Crisóstomo. O homem que alugou a arma usada na execução também vai responder por posse ilegal de arma de fogo.
Ainda conforme o delegado, o executor já havia tentado matar, três meses antes, a sogra de Cristiane e forjou uma tentativa de assalto.
"Teve a casa invadida por um indivíduo que a agrediu e quase a matou. Depois da apuração, vimos que era o mesmo sujeito que efetuou os disparos contra o casal", relatou o delegado.
"Essa tentativa [de homicídio contra a sogra] ocorreu horas antes de ela reaver a posse de um imóvel que também era objeto dessa briga família por herança. Se ela tivesse morrido naquele dia, o imóvel teria permanecido com o parente indiciado como mandante", completou.
O executor tem antecedentes criminais por estupro e roubo, segundo o delegado.
No dia da morte de Cristiane, ela também foi alvo, conforme apontaram as investigações.
"Ficou comprovado que os autores sabiam que Cristiane estava dirigindo o veículo e [companheiro] era o carona. Os disparos foram contra os dois", declarou o delegado.
O g1 entrou em contato com o Ministério Público de Santa Catarina e o Poder Judiciário catarinense para saber se há denúncia contra os indiciados e não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem.
Crime
O assassinato ocorreu na Avenida Patrício Lima, Bairro Humaitá, a pouco mais de 1 km da igreja. Segundo a Polícia Civil, eles teriam parado para alimentar cachorros de rua após a missa e, já com o carro dirigido pela mulher em movimento, foram alvejados.
Segundo a polícia, o casal tinha um malote de mais de R$ 50 mil no carro, mas os criminosos não levaram o dinheiro.
A Polícia Científica foi chamada para fazer uma perícia do local, mas conforme o delegado, a informação inicial é que foram feitos mais de três disparos em direção ao veículo. Imagens do local mostram o carro alvejado.
Fonte: Portal Peperi
Dança Catarina reúne estudantes e atrai grande público em São Miguel do Oeste
Berço Nacional intensifica preparativos para a 47ª Oktoberfest
Medidas de combate à dengue em Tunápolis mantém casos zerados em 2026
Tunápolis moderniza tratamento de água com novo sistema
São João do Oeste amplia equipamentos agrícolas para uso dos agricultores
Mulher que fingia ter 12 anos é condenada por estelionato e falsa identidade em SC
Justiça suspende retirada de indígenas de área próxima à Barragem de José Boiteux
Contran estabelece novas regras para fiscalização da Lei Seca no país
Morador de Iporã do Oeste relembra impactos da grande nevasca de 1965
Corrida do Soldado reúne mil inscritos neste domingo em SMO
Anchieta instala 70 novos contêineres para ampliar coleta de resíduos
São Miguel do Oeste realiza Dia D de multivacinação neste sábado