Após receber 2.061 votos, Julio Bolfe avalia primeira candidatura como positiva

Por Ricardo Orso, São Miguel do Oeste

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Após receber 2.061 votos, Julio Bolfe avalia primeira candidatura como positiva

O candidato a deputado estadual Julio Bolfe, do Novo, avaliou como positivo o resultado obtido nas eleições deste domingo, 4. Em entrevista à Peperi nesta segunda-feira, 5, ele destacou que recebeu 2.061 votos em Santa Catarina e afirmou que pretende continuar atuando politicamente na região.

Bolfe disputou uma eleição pela primeira vez. Segundo ele, a campanha ocorreu em um cenário de forte concorrência, tanto no Estado quanto no Extremo-Oeste, com diversos candidatos buscando votos nos mesmos municípios.

Em São Miguel do Oeste, Bolfe recebeu 1.099 votos e terminou como o sétimo candidato a deputado estadual mais votado no município. No Estado, foram 2.061 votos.

Durante a entrevista, ele destacou que trabalhou com uma estrutura considerada pequena e contou com voluntários e apoiadores. Conforme Bolfe, o custo da campanha ficou próximo de R$ 24 por voto, segundo cálculo apresentado por ele.

O candidato afirmou que o resultado demonstrou a existência de uma base de apoio ao Novo em São Miguel do Oeste e no Oeste catarinense. Ele disse que pretende seguir trabalhando pelo partido e defendendo pautas relacionadas à liberdade econômica e ao empreendedorismo.

Bolfe também analisou o resultado das eleições em nível nacional. Na avaliação dele, candidatos identificados com a direita tiveram desempenho positivo, especialmente nas disputas pelo Senado na Região Sul.

Ele citou ainda a derrota de nomes tradicionais da esquerda, como Gleisi Hoffmann, que disputou o Senado pelo Paraná e não ficou entre os dois eleitos.

Sobre a eleição presidencial, Bolfe afirmou que o desempenho de Flávio Bolsonaro surpreendeu e avaliou que a nova composição do Congresso poderá dificultar a aprovação de propostas de um eventual governo Lula.

Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno na liderança da disputa presidencial, seguido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como nenhum deles alcançou mais da metade dos votos válidos, os dois voltam a se enfrentar no segundo turno, marcado para 25 de outubro.

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