O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) deflagrou nesta quinta-feira, 29, a “Operação Contraluz”, destinada a combater a prática clandestina de bronzeamento artificial por meio de câmaras de radiação ultravioleta em Santa Catarina.
Durante a ação foram cumpridos três mandados de busca e apreensão no município de Indaial, no Vale do Itajaí, onde houve a apreensão de câmaras de bronzeamento artificial por radiação UV, além de registros de atendimentos, e produtos e valores provenientes desses serviços.
As câmaras funcionavam em residências com o objetivo de dificultar a ação de fiscalização da Vigilância Sanitária. A clandestinidade ocorria justamente porque os suspeitos tinham conhecimento de que a exploração do serviço de bronzeamento é proibida.
A investigação tramita em sigilo.
Prática proibida
O bronzeamento artificial foi proibido no Brasil pela Anvisa em 2009 devido ao alto risco de câncer de pele, sendo considerado cancerígeno pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As câmaras emitem radiação ultravioleta (UV) intensa que causa envelhecimento precoce, queimaduras e aumenta em 75% o risco de melanoma em usuários jovens.
Fonte: Portal Peperi
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