A Feira Livre de São Miguel do Oeste está preocupada em aumentar e diversificar a linha de produtos ofertados aos consumidores. A declaração é do presidente, Márcio Santin. Em entrevista para a Peperi, ele destacou que a intenção é oferecer produtos diferenciados e focar em quantidade e qualidade cada vez maior.
Segundo ele, os agricultores já estão trabalhando com os cultivares de inverno, como por exemplo, couve-flor, brócolis e morangos, além de estufas para tomates e pepinos. As famílias também estão participando de cursos sobre as novas normas e também sobre a rotulagem dos produtos vendidos.
Ele afirmou que o Sistema de Inspeção Animal Municipal está preocupando todos os agricultores familiares de São Miguel do Oeste. Recentemente houve uma audiência pública na Câmara de Vereadores para tratar sobre o assunto. De acordo com ele, a questão envolve toda a agricultura familiar e as feiras em geral.
Márcio Santin salientou que a lei é bastante complexa e difícil de aplicar na questão de rastreabilidade se tratando de animais como por exemplo, galinha, patos, entre outros. Ele comentou que as leis existentes no momento e as próximas que vão surgir precisam ser debatidas de forma ampla para evitar um prejuízo no setor produtivo. Ele disse que se a questão continuar dessa forma, a mão de obra familiar acabará se tornando inviável, comprometendo dessa forma, a sucessão familiar nas propriedades do interior. Para Santin, a lei precisa ser diferenciada para empresas maiores e para a agricultura familiar.
Ele frisou que os feirantes de São Miguel do Oeste defendem um debate regional sobre a Lei de Inspeção Animal e por isso acreditam que a Ameosc deveria se envolver na questão. Ele pontuou que já entrou em contato com municípios maiores e nesses locais os consórcios de municípios foram fundamentais nas conversas sobre o tema.
Márcio Santin lembrou que na audiência pública ficou decidido que haverão novas discussões e os agricultores estarão mobilizados para debater sobre cada ponto. Para o presidente dos feirantes, é preciso urgente achar um meio termo para não excluir de vez os pequenos agricultores da cadeia produtiva local, regional, estadual e nacional.
Fonte: Portal Peperi
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