A falta de separação do lixo segue causando transtornos para a empresa responsável pela coleta seletiva em Iporã do Oeste. De acordo com o sócio proprietário da Serni Reciclagens, Sérgio Mallmann, a empresa atua há 14 anos no ramo e apesar de já ter realizado várias campanhas de orientação, muitas pessoas ainda não adotaram a forma correta de descartar os resíduos, não respeitando os dias de coleta e misturando o lixo orgânico com os materiais recicláveis, o que diminui a eficiência da coleta seletiva.
Ele reforça que o lixo orgânico, aquele que vai para o aterro sanitário, é recolhido somente nas segundas, quartas e sextas-feiras. Já o lixo seco, aquele que pode ser reciclado, é recolhido nas terças e quintas-feiras, bem como nos sábados no centro da cidade. Além da falta de separação do lixo, muitas pessoas também não observam o horário da coleta seletiva, pois é comum encontrar lixo nas ruas logo depois do caminhão ter passado.
Nesses casos, os descartes ficam na lixeira até a próxima coleta, podendo se espalhar no ambiente, causar mau cheiro e aspecto negativo para a cidade. Conforme Mallmann, para a coleta seletiva se tornar eficiente, é preciso que todos os munícipes colaborem e respeitem as datas e horários indicados. Ele observa que a empresa designa um gari para selecionar o lixo antes do caminhão passar e desta forma, é recolhido apenas os resíduos pré-estabelecidos para cada dia da semana. Os demais permanecem nas lixeiras até o dia específico da coleta.
Sérgio Mallmann salienta que a população não deve se preocupar apenas se o lixo está sendo recolhido, mas se questionar de que forma isso está sendo feito e para onde os resíduos estão indo, buscando saber se o processo está atendendo ao que se espera em termos de sustentabilidade e preservação do meio ambiente.
Fonte: Portal Peperi
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