Segundo a Coordenadora Regional do Nepre, Mariane Fiorentin, também integram a equipe, assistente social e psicólogo. Ela destaca o trabalho pedagógico dos professores na educação, prevenção, atenção e atendimento na rede intersetorial.
“A política do Nepre surgiu em 2011 com foco no uso de drogas nas escolas e a sexualidade. A formação de 80 horas teve objetivo de preparar os professores para identificarem quais são as violências que mais se manifestam nas escolas” explica.
Conforme Mariane Fiorentin, na proposta da Cultura de Paz nas Escolas, ocorrem ações de escuta, acolhimento e ações pedagógicas para conter o Bullying e cyberbullying, que afloram nos grupos de WhatsApp. O desafio é combater os diferentes tipos de violência no ambiente escolar com atuação constante da equipe do Nepre.
Mariane Fiorentin destaca que o trabalho é intensivo com campanhas mensais. Também ocorrem encontros com os coordenadores nas escolas e com alunos.
Ela cita três tipos de violência: a externa, que ocorre no entorno da escola e com impacto no ambiente escolar; Dentro da escola, com violência verbal e física, contra a instituição ou patrimonial e a violência que a escola manifesta contra o aluno, a violência institucional causada pela falta de preparo das aulas por parte do professor ou exigência de questões que o aluno ainda não foi preparado.
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