O DNIT de Santa Catarina emitiu, a tarde desta quarta-feira, 06, uma nota oficial sobre a reclamação a respeito da baixa qualidade da pintura do meio-fio nas calçadas e canteiros ao longo da Willy Barth, trecho urbano da BR 163. Na nota, o Dnit cita que “cientificou-se da inconformidade e notificou a empresa prestadora do serviço para as devidas correções”. Ainda na tarde desta quarta-feira, a equipe da empresa terceirizada começou a remoção da tinta para refazer a pintura do meio-fio das calçadas.
Na nota encaminhada pela Seção de Imprensa e Jornalismo e Coordenação-Geral de Comunicação Social, o Dnit informou que mantém serviços de conservação e manutenção em todas as rodovias de Santa Catarina sob sua jurisdição. O documento cita ainda que os trabalhos são executados em conformidade com a norma técnica e o exigido em contrato. No caso específico da Willly Barth, houve a notificação da empresa para corrigir o problema.
Nesta quarta-feira, 06, a Peperi recebeu diversos vídeos e fotos de comerciantes indignados com a pintura do meio-fio das calçadas. A baixa qualidade do serviço é visível. Em um dos vídeos, é possível ver os funcionários da empresa aplicando a tinta com uma espécie de pulverizador sem muito cuidado, o que resulta na pintura sem uniformidade do local. A tinta, inclusive, se espalha pela calçada. O serviço gerou uma série de reclamações durante o dia nas redes sociais da Peperi.
Fonte: Portal Peperi
SMO abre programação de Páscoa com nova decoração na Praça Central
Governo de SC abre vagas para cursos técnicos gratuitos em SMO em parceria com a Unoesc
Palestras abrem a 2ª Exponobe de Iporã do Oeste
Bombeiros controlam incêndio em depósito de recicláveis em Dionísio Cerqueira
Missão dos 100 anos de Itapiranga mobiliza lideranças comunitárias
CDL confirma Summit Empresarial 2026 para o dia 24 de Julho
Mulher absolvida por dopar, matar marido e jogar corpo nas dunas volta a ser julgada em SC
Professoras flagradas fumando em escola de Joaçaba são afastadas do trabalho
Empresa de SC é alvo de investigação por espionagem industrial; ex-funcionários do PR são suspeitos