O Oeste e Extremo-Oeste de Santa Catarina atravessam por um período de alerta máximo devido ao um novo aumento no número de focos do mosquito da Dengue. Todos os municípios da região são considerados infestados pelo mosquito.
Segundo o agente de Endemias de São José do Cedro, Valmir Ziglioli, o ovo que é depositado pelo mosquito da dengue pode sobreviver por até 450 dias sem ter contato com a água ou umidade. Além disso, o agente alertou que a presença do mosquito traz o risco de ter transmissão de dengue, chikungunya e zika vírus, o que pode levar a uma epidemia. Até o mês passado, São José do Cedro registrava dois casos autóctones, ou seja, duas pessoas infectadas ao serem picadas pelo mosquito. Em 2020 foram 22 casos autóctones.
Para ele, os trabalhos de vistorias dos agentes do município são insuficientes para combater o mosquito e para isso é necessário o auxílio da população cedrense. Ziglioli destacou que a equipe vem realizando os trabalhos neste mês de novembro, mas pede para que a população tire cinco minutos para vistoriar o entorno da casa para eliminar possíveis focos.
Em São José do Cedro, o agente de endemias disse que a Dive estadual solicitou a vistoria de 38 quadras para serem vistoriados pela equipe.
Valmir Ziglioli relatou que nos últimos dias foram encontrados diversos focos do mosquito na cidade. Ele apontou que nas vistorias os agentes têm achado principalmente lonas que possam acumular água, em seguida os pneus jogados no quintal das residências e isso preocupa o setor epidemiológico da dengue. Além da cidade, os Distritos de Mariflor e Padre Réus, além de São Vendelino possuem focos da dengue. Ao todo são 76 focos em armadilhas.
Com a chegada do final de ano, Valmir comentou que muitas pessoas irão viajar para outros municípios que podem estar infectados pela dengue, por isso, a orientação é utilizar um produtor que evite o mosquito pousar no corpo. Ele também disse que boa parte dos mosquitos capturados em armadilhas não são contaminados. Ziglioli destacou que uma pessoa pode ser contaminada até quatro vezes pela dengue, sendo a última mais grave.
Fonte: Portal Peperi
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