O deputado federal eleito, Marco Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, pediu à Justiça o direito de retirar tornozeleira eletrônica. O político do PL contabilizou 71.140 votos, foi 14º mais votado no Estado, e é o único representante de Joinville na Câmara Federal.
O advogado Elias Mattar Assad, que cuida da defesa de Zé Trovão e inclusive conseguiu retirá-lo da prisão, comunicou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a eleição a deputado federal de seu cliente e pediu a retirada da tornozeleira eletrônica.
“Estou pedindo ao ministro que retire a tornozeleira eletrônica e conceda a Zé Trovão o direito de responder em liberdade”, frisou Elias Mattar Assad, que tem escritório de advocacia em Curitiba.
Caso o STF não atenda a essa petição, o advogado vai solicitar que o ministro autorize Zé Trovão a fazer o trajeto entre Joinville a Brasília para que ele possa exercer o cargo para o qual foi eleito. “É o direito de ir, ficar e vir”, resume a defesa.
Isto porque, atualmente, Zé Trovão só está autorizado a transitar livremente dentro do território catarinense. Antes, o caminhoneiro que ganhou popularidade pelos protestos de 7 de setembro, só podia transitar por Joinville, cidade onde mora com a família.
“Ele estava com dificuldade de conseguir emprego em Joinville e precisava do trabalho para sustentar a família. Pedi, então, ao ministro que ampliasse os limites para que Zé Trovão pudesse transitar pelo menos por Santa Catarina. O STF liberou”, detalha Elias Mattar Assad.
Agora, no entanto, Zé Trovão terá de ir para Brasília, por isso o novo pedido da defesa.
Relembre o que aconteceu com Zé Trovão
Zé Trovão teve ordem de prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes em setembro de 2021. Isto porque o caminhoneiro teria atentado contra a democracia ao incitar protestos, inclusive, contra o Supremo.
Zé Trovão fugiu para o México e passou a ser procurado pela Justiça. Procurado para defendê-lo, o advogado Elias Mattar Assad aceitou sob a condição de que ele se entregasse.
No dia 26 de outubro de 2021, ele se entregou à Polícia Federal de Joinville sob orientação da defesa. Permaneceu preso por 53 dias. Teve a prisão domiciliar concedida pela Justiça no dia 17 de dezembro de 2021 pelo mesmo ministro que decretou a prisão.Alexandre de Moraes atendeu ao pedido do advogado Elias Mattar Assad.
Desde então, a defesa tem comunicado o ministro de todos os novos acontecimentos envolvendo Zé Trovão, como sua pré-candidatura à Câmara Federal, a homologação da candidatura e agora sua eleição.
Fonte: Portal Peperi
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