Tráfico e consumo de drogas na região causa preocupação à Polícia Civil devido aos vários problemas que isso gera na sociedade.
A manifestação é da Delegada Joelma Alberton. Ela responde pela comarca de Itapiranga durante o mês de dezembro, incluindo ainda os municípios de Tunápolis e São João do Oeste.
A delegada observa que as cidades pequenas já não tem a mesma tranquilidade de anos passados e enfrentam situações que eram registradas apenas nos grandes centros urbanos. Um dos motivos para aumento da criminalidade é o tráfico e consumo de drogas que desencadeiam outros crimes que incluem atos de violência nas famílias e também na sociedade de modo geral. É uma das maiores preocupações da Polícia Civil por ser um crime constante.
A delegada Joelma ressalta que o tráfico de drogas ocorre de forma continuada, quando um criminoso é retirado de circulação, outro assume a função e o ciclo prossegue. Ela diz que a região de fronteira possui agravante e merece atenção especial das forças de segurança para evitar aumento da criminalidade.
A delegada relata que as ocorrências comprovam envolvimento de jovens, mulheres e até adolescentes no tráfico de drogas e por isso as famílias precisam estar atentas ao comportamento dos filhos e suas companhias. Ela cita ainda que o uso de drogas é um problema de saúde pública e acaba refletindo em crimes patrimoniais praticados por usuários que não conseguem sustentar as despesas do vício.
Joelma Alberton admite que a falta de rotina de trabalho na delegacia de Itapiranga gera prejuízo nas investigações. Ela cita que uma das funções do delegado é a coordenação do trabalho investigativo, o que não ocorre diariamente por falta de um profissional efetivo. Ela garante que o delegado designado a cada mês possui comprometimento, porém não está presente na rotina de trabalho da delegacia.
A delegada também chama atenção para a grande área de atuação que inclui 35 municípios para os plantões em feriados e fins de semana. Entre os principais destaques na região seguem os crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes. A delegada alerta que nesta época do ano cresce o número de estelionato do tipo parente que está precisando de ajuda, e a troca de fotos de cunho sexual, que geram chantagens na sequência.
Fonte: Portal Peperi
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