O decreto de calamidade publicado pelo governo federal, que agilizou para os administradores do Executivo a compra de equipamentos e insumos para o combate à Covid-19, permitiu também mais facilidades aos grupos mal intencionados espalhados pelo país.
Segundo levantamento do R7, governos estaduais e municipais de 26 das 27 unidades da federação foram responsáveis por fazer os órgãos de investigação trabalhar pesado nessa pandemia. Só se salvou o Estado do Espírito Santo, que mesmo assim viu carros de polícia em suas cidades para cumprir mandados contra empresas e pessoas denunciadas por supostos crimes ocorridos longe em outros estados.
Pelo menos 39 negociações, que somam R$ 1.429.214.047,65, foram consideradas suspeitas e levaram à abertura de processos na Justiça ou operações policiais com mandados de prisão, busca e apreensão.
Oito Estados tiveram problema ao adquirir respiradores, quase sempre a preços bem mais altos do que os praticados antes da crise sanitária, incluindo Santa Catarina.
Fonte: Portal Peperi
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