O decreto de calamidade publicado pelo governo federal, que agilizou para os administradores do Executivo a compra de equipamentos e insumos para o combate à Covid-19, permitiu também mais facilidades aos grupos mal intencionados espalhados pelo país.
Segundo levantamento do R7, governos estaduais e municipais de 26 das 27 unidades da federação foram responsáveis por fazer os órgãos de investigação trabalhar pesado nessa pandemia. Só se salvou o Estado do Espírito Santo, que mesmo assim viu carros de polícia em suas cidades para cumprir mandados contra empresas e pessoas denunciadas por supostos crimes ocorridos longe em outros estados.
Pelo menos 39 negociações, que somam R$ 1.429.214.047,65, foram consideradas suspeitas e levaram à abertura de processos na Justiça ou operações policiais com mandados de prisão, busca e apreensão.
Oito Estados tiveram problema ao adquirir respiradores, quase sempre a preços bem mais altos do que os praticados antes da crise sanitária, incluindo Santa Catarina.
Fonte: Portal Peperi
Hospital de Tunápolis terá investimento de R$ 18 milhões em reforma e ampliação
Colisão entre carro e carreta deixa jovem ferido na SC-160 em Saltinho
Vereadores aprovam aumento do vale-alimentação dos servidores para R$ 700 em SMO
Conferência de Saúde vai apontar propostas para melhorar atendimentos em SMO
Câmara arquiva projeto que previa fornecimento gratuito de sensores de glicose para diabéticos
Jovem fica ferido em colisão entre van da Saúde de Santa Helena e carro na SC-496
Vereadores Mirins apresentam indicações em Itapiranga
Ypê amplia troca e reembolso de produtos, após decisão da Anvisa
Brasil cai em ranking de competitividade mesmo com baixo desemprego
Itapiranga tem mais de 200 inscritos em cursos com o Senac e Senai
Governo estima renúncia fiscal de R$ 50 bi com ampliação do limite do MEI
PF apreende quase R$ 480 mil em moedas estrangeiras em endereços ligados a Jaques Wagner