Em contato com a Reportagem da Rede Peperi, Daliane Toigo contou que percebeu uma alteração climática significativa a partir da quinta-feira (02) da semana passada, com o forte volume de chuvas que ocorreram na madrugada, as quais já estavam acontecendo na região de serra e no município de Santa Maria/RS.
Destaca que por Porto Alegre/RS ser uma cidade de densidade demográfica grande, a água escoa com mais dificuldade, fato que trouxe uma certa preocupação para ela e seu esposo.
Diante disso, começaram a ser emitidos os alertas da Defesa Civil e do Governo do Rio Grande do Sul, avisando que uma enchente se aproximava.
Nos alertas constavam que a proporção da enchente seria equivalente à ocorrida no mês de setembro de 2023.
Daliane reside na região ribeirinha próxima ao Rio Guaíba, especificamente no Bairro São Geraldo, e contou à reportagem que na pior das hipóteses sua família poderia ficar ilhada, uma vez que seu apartamento fica em um andar mais alto.
Porém a situação foi ficando cada vez pior e os furtos às residências começaram a acontecer de maneira violenta, o que a motivou buscar maneiras de sair do município e retornar para São José do Cedro em Santa Catarina.
O retorno de Daliane e seu filho César Augusto, de dois anos de idade, aconteceu nesta quarta-feira (08), após eles receberem a informação de que as aeronaves que chegavam com os mantimentos aos atingidos estavam retornando vazias e poderiam estar dando carona para ela e sua família. Diante disso, ela pegou uma sacola com os itens essenciais e com comida para seu filho e se deslocaram até o ponto onde os voluntários estavam recebendo as doações.
Daliane explicou que ficou aguardando por aproximadamente 1h30min até conseguir embarcar em uma aeronave que estava retornando e passaria por Chapecó/SC. Ainda, mencionou que seu esposo, César Gallina, também é cedrense, porém nao retornou junto com ela por ser soldado da Brigada Militar do Rio Grande do Sul e estar trabalhando nos resgates e no policiamento do condomínio onde residem.
A cedrense ainda enfatizou que a situação é muito mais crítica do que se imagina, com muitas pessoas desabrigadas e cidades que ainda serão atingidas pelas águas dos rios, a exemplo do município de Pelotas/RS.
Disse também, que tem pessoas passando muita necessidade, sem possibilidade de chegar a um abrigo, muitas pessoas desaparecidas, embaixo da água e que acho que essa luta ainda vai ser muito grande. Pois essas pessoas vão precisar de muita oração, de muita ajuda material e psicológica.
Fonte: Portal Peperi
Internacional vence o Botafogo por 3 a 0 e deixa a zona de rebaixamento do Brasileirão
Bombeiros e Polícia Militar atuam em alagamento na SC-305, em Campo Erê
Flávio Bolsonaro e Lula encerram campanha com atos e mobilizações de apoiadores
Incêndio atinge funilaria na Efapi, em Chapecó
Rio transborda e provoca interdição da SC-305 em Campo Erê
Travessia do Rio Uruguai será interrompida neste sábado em Itapiranga
Rio Uruguai inicia elevação e projeção é de 7 metros neste sábado
Caminhonete capota na SC-157 durante forte chuva em São Lourenço do Oeste
Justiça Eleitoral distribui urnas para o segundo turno das Eleições 2026
Havan abre as portas em São Miguel do Oeste
Deslizamento de terra leva à interdição preventiva de residência em Dionísio Cerqueira
Mais de 5,7 milhões de catarinenses estão aptos a votar no segundo turno neste domingo