O agronegócio de Santa Catarina registrou em 2025 o maior Valor da Produção Agropecuária (VPA) da série histórica, alcançando R$ 75,1 bilhões. O resultado representa um crescimento nominal de 15,8% em comparação com os R$ 64,8 bilhões de 2024 e um avanço real de 12,5%, descontada a inflação.
Os dados constam na 46ª edição da Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina, apresentado pela Epagri/Cepa no início de junho e divulgado nesta segunda-feira, dia 9, pelo governo catarinense. O levantamento reúne informações sobre 64 produtos agropecuários e apresenta um panorama da produção vegetal, animal, da aquicultura e do setor florestal.
Segundo o governo do estado, o desempenho foi impulsionado principalmente pela recuperação dos grãos e pela consolidação da produção animal. Entre os produtos que mais contribuíram para o crescimento do VPA estão o milho, com alta de 50,5%, o milho silagem (46%), a maçã (34,3%), o tabaco (33%), os bovinos de corte (32,6%), a soja (24,3%) e os suínos (20,1%).
A pecuária respondeu por cerca de 60% do valor total da produção, enquanto os grãos representaram 21%. Os segmentos com maior participação econômica foram os suínos (21,9%), frangos (15,4%), leite (11,5%), soja (9%), tabaco (6,1%) e bovinos (5,3%).
Além do recorde na produção, as exportações do agronegócio catarinense chegaram a US$ 7,9 bilhões. Em janeiro de 2026, Santa Catarina respondeu por 51,7% da receita brasileira obtida com as exportações de carne suína e por 26,4% da receita das vendas externas de carne de frango. O crescimento foi favorecido pela abertura de novos mercados e pelo aumento de 58,1% nos embarques de carne suína para o Japão.
“A Síntese Anual da Agricultura traz um retrato da força e da evolução do agronegócio catarinense, evidenciando resultados históricos, como o maior Valor da Produção Agropecuária já registrado no estado e o crescimento das exportações. Esses dados são fundamentais para orientar a tomada de decisões, aprimorar políticas públicas e fortalecer ainda mais o desenvolvimento do setor”, destaca o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort.
Apesar dos resultados positivos, alguns segmentos enfrentaram dificuldades. O arroz e o feijão sofreram com a queda dos preços, assim como a cebola e o leite em algumas regiões do estado. A aquicultura também registrou redução no valor da produção de tilápias, enquanto o setor madeireiro foi impactado por novas tarifas adotadas pelos Estados Unidos.
Por outro lado, a recuperação das culturas de soja e milho, a valorização das proteínas animais e a retomada da produção de maçã reforçaram o desempenho do agronegócio catarinense.
Obras de asfalto na Linha Liso são autorizadas em Guaraciaba
Bairro Andreatta receberá novas obras de pavimentação em São Miguel do Oeste
Prefeitura de SMO autoriza R$ 1,5 milhão em obras de reforma e ampliação em escolas
Polícia Ambiental amplia fiscalização contra a pesca fora do período da piracema
São Miguel promove ação de conscientização contra a violência à pessoa idosa neste sábado
Moção na Câmara pede estudo para construção de Arena Multiuso no Campo Montese
Vereadora solicita estudo para revitalização e melhorias na Avenida Salgado Filho
Agronegócio de SC atinge maior valor de produção da história, informa governo
CCJ da Câmara aprova proposta que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos
164 estudantes concluem projeto Protetores do Lar em São Miguel do Oeste
Descanso assina sete contratos e garante mais de R$ 5,3 milhões para obras
Belmonte inicia pavimentação de 14 quadras com investimento de R$ 310 mil