Problemas com a Gripe Aviária no Rio Grande do Sul servem de referência para outras atividades agrícolas terem atenção com a sanidade. A Associação Catarinense de Criadores de Suínos mantém uma rotina de orientações em busca de maior eficiência nos cuidados necessários. Conforme o Presidente da ACCS, Losivanio De Lorenzi, a Peste Suína Africana afeta diversos países e segue causando preocupação na suinocultura mundial.
A ACCS vai assinar na próxima semana o termo de biosseguridade com a Secretaria de Estado da Agricultura por meio da Cidasc. De Lorenzi destaca que a Sanidade é inegociável, com foco no bem-estar animal. Segundo ele, o uso de alta tecnologia e o cuidado individual não são suficientes, pois as propriedades vizinhas também precisam estar em um padrão de segurança.
Associação Catarinense de Criadores de Suínos defende união de esforços para combater doenças em granjas. O governo federal vai proporcionar incentivos de até R$ 70 mil, com carência e rebate no pagamento aos produtores que investirem em biosseguridade. Losivanio De Lorenzi chama atenção para a importância dos cuidados nas granjas. Segundo ele, a biosseguridade em granjas de suínos consiste em medidas para evitar a entrada e propagação de doenças no rebanho.
As principais medidas são o isolamento da granja, em distância segura, de possíveis focos de vetores, além de cercamento da propriedade. Segundo De Lorenzi, também é fundamental a lavagem e sanitização das instalações, a restrição de visitas, o vazio sanitário entre cada lote, o programa de vacinações, o isolamento e o tratamento de animais que adoecem também fazem parte das medidas de biosseguridade. Cita ainda que o uso de água potável e tratada para alimentação dos animais, bem como para higiene, é indispensável.
Conforme o Presidente da ACCS, o problema com a Gripe Aviária no Rio Grande do Sul, não deve interferir no consumo de carne suína. Losivanio De Lorenzi admite que o consumidor sempre busca uma proteína animal mais barata e isso pode influenciar com redução de preços. Ele observa que as agroindústrias conseguem regular a produção e controlar o excesso de carne no mercado nacional.
De Lorenzi acredita que o mercado interacional também não será afetado, com Santa Catarina sendo um grande exportador. A qualidade comprovada e o trabalho diferente na sanidade animal geram segurança para o setor.
Diante do surto de gripe aviária registrado no município de Montenegro, o Ministério da Agricultura, se manifestou pela criação de um fundo sanitário nacional. Objetivo é criar estruturação de mecanismos de proteção a produtores afetados por emergências sanitárias. De Lorenzi cita que a expectativa é que o país esteja livre do vírus em até 28 dias e volte a exportar carne de frango.
Fonte: Portal Peperi
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