A PF (Polícia Federal) identificou indícios de que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ordenava a adoção de medidas intimidatórias contra pessoas consideradas potencialmente "prejudiciais" a seus interesses, entre elas jornalistas, ex-funcionários e concorrentes.
O banqueiro voltou a ser preso em nova fase da operação Compliance Zero deflagrada nesta quarta-feira, 4. A decisão que autorizou a ação é do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Vorcaro já havia sido preso em novembro do ano passado, na primeira fase da operação, mas foi solto na sequência. Na época, foi determinado que o empresário fizesse o uso de tornozeleira eletrônica.
Na decisão de hoje, Mendonça diz que foi identificada a "emissão de ordens diretas de DANIEL VORCARO para que fossem praticados atos de intimidação de pessoas (dentre as quais, concorrentes empresariais, ex-empregados e jornalistas) que seriam vistas como prejudiciais aos interesses da organização, e com vistas à obstrução da justiça".
Segundo as investigações, o grupo comandado por Vorcaro mantinha uma "estrutura de vigilância e coerção privada, denominada 'A Turma', destinada à obtenção ilegal de informações sigilosas e à intimidação de críticos do conglomerado financeiro".
Fonte: Portal Peperi
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