A fiscal da vigilância sanitária, Elaine Melz, explica que após denúncia recebida pelo setor, na tarde desta sexta-feira foi identificado em um terreno da cidade uma grande quantidade de lixo, inclusive materiais que poderiam acumular água e servir de criadouros de mosquitos. Conforme a fiscal, o terreno sem construção, de fácil acesso no sentido a São Miguel do Oeste, estava servindo como depósito de lixo. Pessoas e funcionários próximos ao local confirmaram que percebem a circulação de veículos que param no terreno e despejam lixo.
Elaine ressalta que o proprietário do lote foi intimado a prestar esclarecimentos, e para constatar se ele autorizou o despejo do lixo no local.
Ela cita que entre os materiais foram encontrados medicamentos, que foram recolhidos e serão descartados corretamente pela secretaria de Saúde.
A orientação é que remédios sem uso, ou vencidos, sejam entregues na unidade de Saúde para a destinação correta, pois jogados ao ar livre podem contaminar o meio ambiente. Próximo ao local há um açude, em que também será apurado se a água é usada para algum tipo de consumo.
Elaine Melz enfatiza que o caso também foi repassado à Polícia Militar Ambiental, pelo despejo do material ser considerado um crime ambiental, e também à Polícia Civil para investigação.
Câmeras de monitoramento da própria polícia ou de estabelecimentos próximos podem auxiliar na identificação dos responsáveis pelo despejo irregular.
A fiscal sanitária antecipa que o despejo estava sendo feito por mais de uma pessoa, porque são diversos materiais, alguns inclusive com indícios de serem de empresas, como bancos de veículos, lixos de oficinas e também móveis velhos de residências.
O local também estava servindo de depósito de árvores, terra, pedras e restos de material de construção.
A fiscal sanitária considera que não está havendo uma adesão dos munícipes às campanhas de recolha de lixo, promovidas com freqüência no município.
Elaine Melz cita que em Descanso a coleta de lixo é feita três vezes por semana na cidade, e entendido para algumas comunidades. Para móveis sem uso são promovidas campanhas específicas.
A fiscal lembra que a orientação é que as pessoas deixem estes móveis, equipamentos sem uso ou outros materiais não contemplados na recolha seletiva, para serem destinados às campanhas específicas promovidas durante o ano, para assim, fazer a destinação correta.
Elaine enfatiza que além do dano ambiental, o despejo irregular traz um aspecto negativo à cidade.
Fonte: Portal Peperi
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