As aulas iniciaram em 2018 e no primeiro momento foi ofertado o ensino fundamental. Os presos que tivessem interesse poderiam participar das aulas ministradas por professores cedidos pelo Estado, através do Ceja. Conforme o gestor, Sílvio Gutz, os participantes passaram pelo nivelamento, e os que conseguiram concluir no ano passado o ensino fundamental podem cursar o ensino médio, que contém 14 vagas, sendo dez já preenchidas. Já são 39 presos participando das aulas regulares e oito professores atuando na UPA.
O gestor revela que a meta é ampliar a participação para que os apenados possam sair e não voltar à prisão. O projeto de leitura, por exemplo, tem 34 presos. Ele afirma que o objetivo é evoluir através do estudo e trabalho, ambos ofertados no local. A intenção, conforme Gutz, é que os presos tenham um conhecimento a mais para buscar uma vida melhor. A cada 12 horas de estudo existe um dia de remição. A cada livro lido e resenha aprovada, são 4 dias descontados na pena.
Silvio garante ainda que são feitas provas e outros trabalhos, como a resenha, para avaliar o nível de aprendizado e empenho. Ele explica que nenhum preso é obrigado a participar dos projetos de ressocialização, mas a prioridade é manter na UPA de São José do Cedro aqueles comprometidos
Fonte: Portal Peperi
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