Quem registrar ou divulgar fotos e vídeos de pessoas mortas ou feridas em acidentes poderá responder criminalmente caso o conteúdo atinja a honra ou a dignidade da vítima ou tenha finalidade comercial. O Projeto de Lei (PL) 1.242/2026 foi aprovado pelo Senado na quarta-feira, 15, e retorna à Câmara dos Deputados após alterações no texto.
De autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), a proposta altera dispositivos do Código Penal e do Código Civil para ampliar a proteção às vítimas e seus familiares.
O relatório aprovado, apresentado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), reduziu a pena prevista na versão original. A punição passa a ser de detenção de seis meses a dois anos, além de multa. Antes, o texto previa reclusão de um a três anos.
O projeto também garante respaldo legal para que familiares possam buscar responsabilização civil e criminal de quem produzir ou divulgar imagens de forma indevida.
A proposta preserva a atividade jornalística exercida com finalidade informativa, deixando claro que a cobertura profissional de fatos de interesse público não será atingida pela nova regra.
Agora, o projeto retorna à Câmara dos Deputados para análise das mudanças feitas pelo Senado.
Fonte: NSC Total
Melhora do preço acende alerta para risco de importações, diz Epagri
Elevador de obra despenca 8 metros, mata trabalhador e deixa outro ferido em Camboriú
Acidente entre caminhão e picape deixa mortos e bloqueia BR-470, em SC
CRAS promove encontro sobre BPC em Guaraciaba no dia 26 de agosto
Liquida Cedro terá estandes definidos por sorteio e reunirá empresas de diversos segmentos
Mais de 200 crianças concluem projeto Poupe Poupe em Campo Erê
Acidente na BR-282 envolve van da saúde de Campo Erê
Câmara inicia análise de PEC que pode reduzir maioridade penal para 16 anos
Câmara aprova suspensão da carteira de motorista de quem abandona animal
Santa Catarina reforça vigilância contra sarampo e alerta para vacinação
Radialista é condenado por declarações homofóbicas durante programa em Camboriú
Moraes arquiva investigação sobre suposto apoio da Havan a atos em SC