Em São Miguel do Oeste, a escolha de diretores das escolas municipais é feita por um processo que envolve a comunidade escolar, mas não por meio de eleição direta. De acordo com a secretária de Educação, Sisse Veloso, o modelo foi implementado com base em uma lei municipal e em orientações do Ministério Público de Santa Catarina, que defende que a gestão democrática não exige, necessariamente, eleições diretas.
Os candidatos a diretor devem apresentar um plano de gestão que é analisado por uma comissão composta por membros da secretaria, professores, servidores e pais. Segundo Sisse, o objetivo é evitar indicações meramente políticas e promover uma participação mais ampla da comunidade. O edital para o próximo processo de escolha, referente ao ano letivo de 2025, já está quase finalizado.
Sisse também se manifestou a respeito da informação de que município pode deixar de receber um valor adicional ou complementar do Ministério da Educação por não ter instituído a eleição para diretor de escola. Nesta semana, a vereadora Cris Zanatta, autora do projeto de lei que tramita na câmara para instituir a eleição para diretor de escola, disse que o município pode deixar de receber R$ 5 milhões do Ministério da Educação no ano que vem. Sisse afirmou que não há qualquer documento oficial sobre essa possível perda financeira.
:::Confira a entrevista na íntegra com secretária de Educação, Sisse Veloso:::
Fonte: Portal Peperi
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