A partir de agosto, São Miguel do Oeste vai colocar em prática um novo modelo de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A principal mudança é o uso de uma tecnologia recomendada pelo Ministério da Saúde, as “ouvitrampas”, armadilhas específicas para capturar ovos do mosquito.
O coordenador do setor de combate às endemias do município, Renério Dill, explicou que as armadilhas permitem identificar com mais precisão as áreas com maior presença do inseto. Com base nos dados coletados, as equipes poderão atuar de forma mais direcionada, reforçando as ações onde há maior risco.
Hoje, a cidade conta com 63 armadilhas. Com a nova metodologia, o número vai subir para cerca de 180. As armadilhas ficam por cinco dias em locais previamente definidos, dentro de um raio de 300 metros, e depois são recolhidas para análise em laboratório. Um mês depois, o processo se repete no mesmo ponto.
Para que o plano funcione, a colaboração da população é essencial. Segundo Dill, as armadilhas precisam ser instaladas com pontualidade e os agentes precisam ter acesso facilitado aos imóveis. As visitas às casas e comércios já começaram. Os moradores devem assinar um termo de adesão autorizando a instalação dos equipamentos.
Mesmo durante o inverno, quando o mosquito tende a se reproduzir menos, o monitoramento continua. A ideia é montar um mapa atualizado da presença do Aedes aegypti nos bairros e concentrar os esforços nos locais mais críticos.
Fonte: Portal Peperi
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