O Conseleite (Conselho Paritário Produtor/Indústria de Leite de Santa Catarina) realizou, na última sexta-feira, 23, a primeira reunião do ano para discutir os rumos do setor leiteiro no estado. Um dos principais pontos debatidos foi a definição do preço de referência do litro de leite pago aos produtores em fevereiro, que apresentou nova queda de 1%, embora menor do que as registradas nos meses anteriores.
Em entrevista à Rádio Peperi, o presidente do Conseleite, Selvino Giesel, destacou que, apesar da redução, há sinais de que a tendência de baixa pode estar perdendo força. “Alguns produtos, como o leite de caixinha, leite spot e alguns tipos de queijo, já começam a apontar uma pequena alta. Isso nos dá ânimo, porque nos coloca numa situação mais esperançosa", afirmou.
Segundo Giesel, o setor ainda enfrenta desafios, como o excesso de oferta em relação ao consumo e a pressão das importações, principalmente da Argentina e do Uruguai. "Estamos atentos a possíveis práticas de dumping. Se confirmadas, podemos pedir taxação para dificultar a entrada desse leite, que não concorre de forma justa com o nosso produtor", explicou.
O presidente também defendeu a continuidade de programas de apoio, como o Leite Bom SC, que ajuda a equilibrar a carga tributária com estados vizinhos, e ressaltou a importância da compra pública de leite em pó. "O Governo Federal comprou 2.500 toneladas, mas isso representa apenas dois dias e meio de produção em Santa Catarina. Precisamos de um volume muito maior para reduzir os estoques", disse.
A expectativa para os próximos meses é de uma possível retomada nos preços, impulsionada pela entre safra e pela redução na oferta, o que pode criar um ambiente mais favorável para os produtores.
Fonte: Portal Peperi
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