O total de pessoas que contraíram dengue neste ano em São Miguel do Oeste subiu para 18 nesta quarta-feira, 22. Os dados foram atualizados na manhã desta quinta-feira pelo enfermeiro coordenador da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Marcos Bortolanza. Seis casos são importados, três tem local de contaminação indeterminado e 9 são autóctones, ou seja, a contaminação ocorreu dentro do município. De acordo com Bortolanza, a situação é preocupante e reflete um aumento de casos em relação a outros anos.
Desde o começo do ano, a Vigilância Epidemiológica fez 82 notificações de casos prováveis da doença em São Miguel do Oeste. 52 casos foram descartados, 18 estão confirmados e outros 12 prováveis ainda aguardam o resultado dos exames de laboratório. Entre os casos confirmados, 5 são de moradores do centro da cidade, 3 são do Sagrado Coração de Jesus, outros 3 do Jardim Peperi, 2 do São Luiz e 2 do São Sebastião. Os bairros São Jorge, Progresso e São Gotardo tem um caso cada.
O número de casos de dengue em São Miguel do Oeste pode ser ainda maior do que os dados oficiais apontam. O enfermeiro coordenador da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Marcos Bortolanza, explicou que entre 20 e 50 por cento dos casos são com sintomas subclínicos e as pessoas não buscam atendimento. Desse modo, a notificação não é feita. “É possível que as pessoas tenham dengue e não tenham feito o diagnóstico”, disse.
Sintomas e ações
Dos 18 casos de dengue confirmados neste ano, um paciente apresentou sintomas mais graves e permanece internado. De acordo com o enfermeiro coordenador da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Marcos Bortolanza, os sintomas clássicos da doença são febre de início rápido, dor de cabeça, dor muscular, dor articular, dor nos olhos e manchas vermelhas na pele. Também pode ocorrer náuseas e vômitos. O importante, segundo Bortolanza, é buscar atendimento nos postos de saúde.
Bortolanza disse que a Vigilância Epidemiológica adota um procedimento padrão em relação aos casos confirmados. A área próxima ao local de contaminação e residência do paciente recebe a aplicação do fumacê. Além disso, toda a rede de atendimento é acionada para receber o paciente e encaminha-lo para monitoramento e tratamento.
Confira a entrevista com enfermeiro coordenador da Vigilância Epidemiológica de SMO, Marcos Bortolanza
Fonte: Portal Peperi
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