O setor madeireiro e moveleiro do Oeste de Santa Catarina vê com apreensão a nova tarifa anunciada pelos Estados Unidos sobre produtos importados. Segundo o presidente do Sindicato Madeireiro e Moveleiro do Oeste de SC (Simovale), Osni Verona, parte das indústrias da região mantém contratos de exportação com o mercado norte-americano e teme prejuízos.
“Qualquer tarifa ou imposto acaba refletindo no preço final. Se a taxa ficar muito alta, corremos o risco de ficar fora do valor de mercado e até perder contratos”, afirmou Verona.
O presidente alerta que, se o impacto for significativo, pode haver retração na produção e até demissões. “O mercado internacional não se conquista da mesma forma que o interno. São meses de negociação, ajustes no produto, embalagens… Muita coisa envolvida. Se houver mudança brusca, as empresas podem ter que rever processos e custos.”
Para reduzir a dependência, Verona lembra que as indústrias já trabalham com vários destinos internacionais, mas cada país exige adaptações específicas. Ele defende que, se o impasse com os EUA persistir, o governo adote medidas de apoio, como crédito com condições especiais, incentivo ao consumo interno e fortalecimento da participação em feiras regionais.
“Também defendemos uma revisão na política tributária, para manter emprego e renda”, reforçou.
Fonte: Portal Peperi
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