Dona Ana Maria Tavares é natural de Chapecó, nascida em 1914, mas mora em Campo Erê há 90 anos. Neste domingo, 8 de junho, ela completa 111 anos de vida — sendo considerada a mulher mais velha do município.
Equipes da saúde do município fizeram nesta sexta-feira, 06, uma homenagem especial à dona Ana. A visita foi marcada por emoção e reconhecimento.
Atualmente, ela vive com a filha Suzana Tavares, no Bairro Melo. Ao longo da vida, criou quatro filhas mulheres e formou uma grande família, com netos, bisnetos e até tataranetos — que já são difíceis de contar.
Suzana lembra da força e coragem da mãe, que enfrentou muitos desafios para criar os filhos sozinha. Diz que Ana foi uma excelente mãe, sempre batalhou muito para dar o melhor à sua família. “A mãe sempre foi muito batalhadora, caprichosa e nunca deixou faltar nada pra gente. Criou a gente sozinha, com muito esforço, mas sempre com dignidade”, conta Suzana.
Apesar das limitações naturais da idade, dona Ana mantém uma saúde considerada boa para sua faixa etária. E, para Suzana, cada dia ao lado da mãe é um presente. “Tem dias que eu paro, penso, vejo tantas pessoas partindo... e digo: meu Deus, sei que um dia vai chegar o dia dela também. E eu não sei se estou preparada. Mas, enquanto isso não acontece, quero viver cada segundo com ela, amando, cuidando, tratando ela bem. Ela é tudo pra mim, minha rainha, minha bonequinha.” Dona Ana Maria Tavares é natural de Chapecó, nascida em 1914, mas mora em Campo Erê há 90 anos. Neste domingo, 8 de junho, ela completa 111 anos de vida — sendo considerada a mulher mais velha do município.
Equipes da saúde do município fizeram nesta sexta-feira, 06, uma homenagem especial à dona Ana. A visita foi marcada por emoção e reconhecimento.
Atualmente, ela vive com a filha Suzana Tavares, no Bairro Melo. Ao longo da vida, criou quatro filhas mulheres e formou uma grande família, com netos, bisnetos e até tataranetos — que já são difíceis de contar.
Suzana lembra da força e coragem da mãe, que enfrentou muitos desafios para criar os filhos sozinha. Diz que Ana foi uma excelente mãe, sempre batalhou muito para dar o melhor à sua família. “A mãe sempre foi muito batalhadora, caprichosa e nunca deixou faltar nada pra gente. Criou a gente sozinha, com muito esforço, mas sempre com dignidade”, conta Suzana.
Apesar das limitações naturais da idade, dona Ana mantém uma saúde considerada boa para sua faixa etária. E, para Suzana, cada dia ao lado da mãe é um presente. “Tem dias que eu paro, penso, vejo tantas pessoas partindo... e digo: meu Deus, sei que um dia vai chegar o dia dela também. E eu não sei se estou preparada. Mas, enquanto isso não acontece, quero viver cada segundo com ela, amando, cuidando, tratando ela bem. Ela é tudo pra mim, minha rainha, minha bonequinha.”
Fonte: Portal Peperi
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