Uma médica de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, que desviou remédios e exames do Sistema Único de Saúde (SUS) por, pelo menos, 122 vezes foi condenada a três anos e 10 meses de serviço comunitário, informou o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC). Cabe recurso.
Ela havia sido condenada à prisão, pelo mesmo período, mas a sentença foi convertida por "preencher os requisitos". A médica também deverá pagar prestação pecuniária de 20 salários mínimos.
Os crimes de peculato, que é quando o funcionário público se aproveita do cargo para tirar vantagens, foram cometidos entre agosto de 2015 e janeiro de 2016, divulgou o órgão na quarta-feira, 31.
Com falsos prontuários, a médica prescreveu quantidade excessiva de medicamentos e solicitações de exames "custeada com dinheiro público" para o companheiro, a sogra, os pais e ela própria.
O esquema, conforme o texto, também "prejudicou o estoque para os demais usuários do sistema".
Segundo a decisão, testemunhas informaram que, em três dias, foram retirados medicamentos suficientes para tratamento de seis meses no nome do pai, que morava em Minas Gerais. A sogra, outra beneficiada pela ação, tinha residência no Rio Grande do Sul.
Os crimes ocorreram após a servidora pedir para uma enfermeira cadastrar os familiares em um dos Centros de Saúde da Família (CSF) onde ela atendia. Em desacordo com a Política Nacional de Atenção Básica, nenhum residia na região abrangida pela unidade.
O nome da profissional não foi divulgado. Por isso, a reportagem não conseguiu contato com a defesa.
Fonte: Portal Peperi
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