As reclamações de pacientes referente ao transporte para atendimento especializado gera transtornos. A Secretaria Municipal da Saúde mantém como prioridade a atenção básica, com seis unidades da saúde da família, centro de especialidades e outros serviços. Porém existe uma grande demanda fora do município. Conforme a Secretária da Saúde de Itapiranga, Enfermeira Clair Heinen, o TFD, Transporte Fora de Domicílio visando tratamento especializado gera transtornos que poderiam ser evitados.
Ela comenta que diariamente são transportados pacientes para São Miguel do Oeste, Chapecó, Xanxerê, Joaçaba e Cascavel, além de outras cidades até o litoral catarinense. Clair Heinen garante que o município procura atender da melhor forma todas as pessoas que necessitam de transporte.
Itapiranga possui sete motoristas concursados na Secretaria da Saúde, porém um é destinado para o plantão 24 horas e outro motorista fica exclusivo para transportar pacientes que necessitam de hemodiálise. A Secretária, Clair Heinen, considera que o número de profissionais é insuficiente para atender a demanda. Ela avalia que o município possui uma frota moderna de veículos, incluindo vans adaptadas que proporcionam maior conforto aos pacientes.
A Secretaria da saúde já possui contratação de serviço terceirizado e vai realizar nova licitação visando oferecer transporte coletivo de vans, ônibus e veículos pequenos para atender a demanda. Diariamente 70 pessoas são transportadas para outras cidades para consultas, exames e procedimentos cirúrgicos especializados.
Clair Heinen afirma que é preciso seguir uma logística criteriosa no transporte de pacientes. Ela lamenta as frequentes reclamações e aponta o Transporte Fora de Domicílio como um dos grandes gargalos na saúde. O problema, conforme a Secretária, está nas exigências das pessoas em terem transporte individual. Os argumentos são variados e incluem idade elevada, indisposição no transporte coletivo e dores nas costas e pernas.
Clair Heinen explica que o município trabalha seguindo as normas estabelecidas que permite o transporte coletivo. Ela observa que, em caso de riscos à saúde, o paciente é transportado de forma individual em ambulância, como é o caso dos pós-cirúrgico. A Secretária chama atenção que isso necessita de uma boa justificativa bem pautada de forma clínica e não apenas pela vontade do paciente.
Secretária da Saúde relata que são frequentes os problemas enfrentados com paciente que insistem em recusar o transporte coletivo no deslocamento para atendimento especializado. Clair Heinen menciona que o município trabalha com embasamento jurídico legal e seguindo orientações do Ministério Público para o transporte de pessoas para outras cidades. Clair Heinen coordena o CIR, Comissão Intergestora Regional, que conta com os 19 municípios da Ameosc e 11 municípios da Amerius.
Entre as atribuições desta equipe está a parceria entre os municípios no transporte de pacientes, com a carona para pessoas de municípios vizinhos. Esta situação ocorre principalmente em distâncias maiores. De acordo com Clair Heinen, isso não configura abandono de pacientes e sim uma forma de economizar recursos públicos e agilizar o transporte das pessoas.
Fonte: Portal Peperi
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