A confecção totalmente artesanal começa meses antes da Páscoa para atender os pedidos de clientes.
Celita Griebler, 70 anos, dá continuidade há mais de 20 anos ao trabalho que foi herdado da sua mãe. Ela conta com a ajuda do esposo Silvano, 73 anos.
Segundo Celita, a preparação das casquinhas começa com a higienização. Após a pintura das cascas, com tinta a óleo que garante maior durabilidade da cor, a secagem é feita no sol. Em média, a cada duas semanas são pintadas 100 casquinhas.
Celita explica que as casquinhas são reaproveitadas após o uso dos ovos na confecção de salgados e bolachas pelas filhas Liane e Marise, que também estão dando continuidade aos ensinamentos aprendidos e iniciados pela mãe.
O recheio das casquinhas são os amendoins dourados com açúcar.
O casal, natural de Monte Negro, Rio Grande do Sul, casou em Beato Roque, São João do Oeste, há 50 anos, e antes de Iporã do Oeste, residiu também na linha Santa Isabel, Itapiranga.
Fonte: Portal Peperi
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