O criador da série Round 6, da Netflix, Hwang Dong-hyuk, afirmou estar espantado com o fato de que crianças e adolescentes têm assistido à série. O cineasta se diz animado com o sucesso da produção, mas pediu “prudência” aos pais, destacando que a atração não foi feita para os pequenos.
– Não estou em nenhuma rede social, então nem pensei na possibilidade de crianças assistirem por essas mídias. Essa obra não é para elas. Estou perplexo que crianças estejam vendo. Espero que os pais e os professores ao redor do mundo sejam prudentes para que elas não sejam expostas a esse tipo de conteúdo – declarou, em entrevista ao jornal O Globo.
Round 6 ou Squid Game conta a história de 456 pessoas falidas que participam de jogos infantis mortais para ganhar bilhões em dinheiro. Com cenas de assassinato, suicídio, tráfico de órgãos e sexo, a série possui classificação indicativa de 16 anos.
No caso de crianças que já tenham assistido à produção, o diretor de Round 6 pede que os adultos as ajudem a “entender o significado do que está por trás ” da série. “Torço para que haja boas conversas”, acrescentou.
SUCESSO E PLANOS PARA UMA NOVA TEMPORADA
A produção estreou em 17 de setembro e, desde então, tem tido um sucesso explosivo, chegando a se tornar a mais vista da Netflix em 90 países.
– Não previ esse nível de sucesso. Estou animado, mas assustado também. Há três semanas, vivo uma montanha-russa emocional – conta o cineasta.
Dong-hyuk, que afirmava não ter ideias para a segunda temporada, tem sido pressionado pelos fãs para preparar um roteiro de continuação. Ele tem conversado com executivos da Netflix sobre as novas possibilidades (alerta de spoiler).
– Penso que, se fizer, será em cima da tentativa de Gi-hun (o ator Lee Jung-jae) em achar as pessoas que fazem parte do jogo, como o homem com quem ele brincou com o papel. Acho que ele tentaria encontrá-lo. Há também a história do policial, se ele está vivo ou não. Mas são só ideias – ponderou.
Antes do grande sucesso, a série teve dificuldades para atrair investimentos da indústria do entretenimento. Para Dong-hyuk, a crise mundial contribuiu para uma mudança de mentalidade sobre o enredo.
– É triste dizer isso, mas a situação do mundo piorou. A desigualdade entre ricos e pobres ficou ainda maior, e a quantidade de pessoas em sofrimento aumentou. Ainda veio a pandemia. Os países pobres não têm como comprar vacinas. Então, o problema é universal. A história não é mais surreal ou estranha. Chegamos ao clímax de popularidade. Espero que isso se mantenha.
Fonte: Portal Peperi
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