Santa Catarina terminou 2025 com a menor taxa de desemprego do Brasil nos quatro trimestres do ano. No último trimestre, a desocupação ficou em 2,2%, bem abaixo da média nacional, de 5,1%. Os dados são da PNAD Contínua e foram divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira, 20.
No ranking do quarto trimestre, o estado aparece na frente de Espírito Santo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, todos com 2,4%. No cálculo anual, Santa Catarina registrou taxa média de 2,3%, ficando atrás apenas de Mato Grosso (2,2%). Segundo o IBGE, o indicador anual considera estimativas com base no dia 1º de julho.
A população desocupada caiu 19% em relação ao mesmo período de 2024 — passou de 122 mil para 99 mil pessoas. No mesmo intervalo, o número de ocupados cresceu 1,5%.
“Santa Catarina tem um povo dedicado, trabalhador e que produz muito. O governo tem feito o dever de casa, apoiando quem gera emprego e renda. Santa Catarina tá voando”, afirmou o governador Jorginho Mello.
Menor informalidade do Brasil
O estado também registrou a menor taxa de informalidade do país: 25,7%, contra média nacional de 37,6%. De acordo com o secretário de Estado do Planejamento, Fabricio Oliveira, Santa Catarina mantém a liderança nesse indicador desde 2018, somando 31 trimestres consecutivos.
“Os dados mostram um cenário consistente de crescimento, com geração contínua de oportunidades e condições de trabalho cada vez mais dignas”, disse.
Renda cresce acima da média
O rendimento médio habitual no trabalho principal chegou a R$ 4.131 no quarto trimestre — 17,8% acima da média nacional, que ficou em R$ 3.508.
Na comparação com o mesmo período de 2024, o crescimento real (já descontada a inflação) foi de 7,8% em Santa Catarina, acima do Brasil (5,1%), da Região Sul (6,5%) e do Sudeste (4,2%).
Todos os setores tiveram alta na renda. O maior avanço foi em Transporte, armazenagem e correio, com aumento de 12,5% e média salarial de R$ 4.223. O setor catarinense passou a ter o segundo maior rendimento do país, atrás apenas do Distrito Federal.
Mais emprego e menos desalento
Santa Catarina também apresentou a menor taxa composta de subutilização da força de trabalho do Brasil: 4,4%, frente à média nacional de 13,9%. O indicador inclui desempregados, subocupados e pessoas que desistiram de procurar trabalho.
O percentual de desalentados foi de apenas 0,3% — o menor do país. No Brasil, a média é de 2,4%.
Entre os setores que mais cresceram no período estão Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (19,2%) e Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (7,5%).
A Secretaria de Estado do Planejamento informou que deve divulgar em breve o novo Boletim Trimestral de Indicadores do Trabalho com a análise detalhada dos dados.
Fonte: Portal Peperi
Saer transfere idoso de São João do Oeste para Hospital de Xanxerê em 25 minutos
Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo
Prefeitura de SMO discute com DNIT melhorias no trevo da BR-282 com a SC-163
Réu pela morte de Catarina Kasten depõe em audiência e responde apenas à defesa
Patrimônio de Vorcaro cresceu R$ 1,2 bilhão em um ano, revelam declarações ao IR
Após problemas em Itapiranga, Corpo de Bombeiros lança aplicativo para acionar 193
ADEFISMO realiza assembleia para eleger nova diretoria em São Miguel do Oeste
Começa nesta quinta-feira o Liquida Inverno Iporã
Homem que foi encontrado morto dentro de carro, é identificado